segunda-feira, 26 de novembro de 2012

VINDO DE ONDE VEIO


        Gostaria de parabenizar o professor Fabio Pimenta Esper Kallas, o jornalista Ézio Joeli Filho e demais correligionários pela honrosa expulsão que lhes foi aplicada pela Executiva Municipal do PSDB passense.


      

domingo, 25 de novembro de 2012

OS AMIGOS DA FESP



     O recém criado grupo, formado por pessoas ligadas à futura administração municipal, que se autodenominou Amigos da FESP, está mal-informado ou mal-intencionado ao se insurgir contra a reforma dos Estatutos daquela entidade.
     Demonstra isso o discurso desconexo de seus vários porta-vozes. Uns estão preocupados achando que as alterações podem inviabilizar a estadualização; outros, de olho no cargo, que os atuais dirigentes querem se perpetuar no poder ao tirar o governador da posição de eleitor supremo; uns poucos, mais elitistas, consideram que alguns eleitores do grupo dos funcionários não têm condições de votar numa eleição de uma escola do nível superior, dando um chega pra lá no princípio democrático do voto universal, exatamente aquele que elegeu seu candidato a prefeito na recente eleição.
     Os amigos da FESP esqueceram-se de que o atual dirigente da Fundação tem fortes ligações com o governo do Estado, construída com base na maneira competente e ética com que vem administrando a entidade; não é burro e nem rasga dinheiro. Portanto jamais proporia as modificações no Estatuto se não tivesse o respaldo do Governo.
     As recentes declarações do nosso deputado-secretário (ou secretário-deputado?) ao Obbá Coema confirmam que o governador sabe o que está acontecendo com a FESP.
     Os amigos da FESP ávidos de cargos não perceberam que a FESP bem administrada tornou-se econômica e financeiramente independente de quem quer que seja, portanto senhora do seu destino. Ao tirar o governador do circuito, como eleitor supremo, a FESP fica numa posição de igualdade para negociar a estadualização e não subalterna, como hoje.
     A estadualização da FESP é um fato consumado para ela, porque fez um compromisso por pertencer a UEMG, compromisso esse que está na Lei que criou a universidade e não há mudança de Estatuto que desfaça esse compromisso. Para o governo do Estado, não; é somente uma promessa. Portanto, aquele que está preocupado com a não estadualização deve torrar o saco do governador e deixar a FESP em paz; quem quer o cargo, que vá catar coquinho.
     Um conselho pra os amigos da FESP ligados aos vices daqui e de Belzonte, que desconhecem as táticas do sindicalismo. Não sejam ingênuos e botem as barbas de molho.
     Algumas: adoram tirar a castanha da chapa quente com as mãos alheias; não entram em canoa furada, mas pra fazer marola estimulam os aliados desavisados a entrarem; não enfrentam causas perdidas ou difíceis, mas ficam de olho pra ver se alguém vai enfrentar e vencer, para assumirem a paternidade da vitória (por aqui já construíram até ponte de 500 metros). E mais um tanto de outras que guardarei para uso futuro em outros conselhos.
     Por fim. Por amor aos seus filhinhos, deixem a FESP trabalhar em paz, que um dia, se encherem o saco do governador pra que ele estadualize logo, eles poderão estudar de graça numa grande universidade, hoje em construção. Se não atenderem meu apelo, vou sugerir ao Professor Fábio Kallas que transfira a sede da FESP pra Paraíso. Lá eles somente brigam antes das eleições; depois são todos juntos trabalhando pela cidade.
Vai ficar bacana, não muda nem a sigla:

FESP – Fundação de Ensino Superior de Paraíso.