domingo, 30 de setembro de 2012

DE PREGUIÇAS, GUEPARDOS E AVESTRUZES.






     A Câmara Municipal de Ibitatá, em surdina segundo o Obbá Coema, prepara-se para votar uma Emenda a Lei Orgânica do Município que estabelece um novo prazo para definir os subsídios, ou seja, o “salário” dos Vereadores pra a próxima legislatura.
     O novo prazo será na sexta-feira que antecede as eleições municipais, data em que a população estará focada no pleito e não perceberá o aumento “salarial” que os atarefados Edis estão “se dando a si mesmos”, normalmente generosos, por isso imorais, mas, legais lamentavelmente.
     Prática essa que nem o grande e rico empresário cuja empresa tem ações negociadas nas bolsas de valores pode se dar ao luxo de empregar, porque tem que dar satisfação aos seus acionistas.
     Tudo porque a vereança, que antes era um encargo público gratuito, passou a ser subsidiada nas grandes cidades durante a ditadura de 64, e, com a redemocratização, tornou-se remunerada em todas as câmaras de vereadores. Inclusive na Câmara de Borá, SP, menor cidade do país com 805 habitantes, onde existe a maior concentração de vereador por habitante.
     Essa prática de remunerar vereador transformou a função legislativa em emprego e, com a criação de cargos de confiança, em negócio familiar ou em ação entre amigos. Antes habitadas por pessoas abnegadas que doavam um pouco de seu tempo livre ao serviço público, com muito orgulho do faziam, as câmaras de vereadores passaram a ser ocupadas por pessoas que só visam defender seus interesses, remuneradas com o maior salário-hora do país, cuíca do mundo, como diria o Governador Valadares.
     Voltando à vaca fria, a Câmara de Ibitatá em nota na Coluna do Leitor do Obbá Coema, de graça, evitando pagar um anúncio, portanto economizando pra nós contribuintes, justifica a mudança da data.
1 – Adequação “ao calendário – que hoje é móvel – das eleições municipais” (sic).
     Os prezados eleitores sabem quando esse calendário se tornou móvel, determinando que as eleições municipais fossem realizadas no primeiro domingo de outubro?  Pasmem. Pela Emenda Constitucional nº 16 de 4 de junho de 1997, portanto há mais de 15 anos.
2 – “Tirar do texto da Lei Orgânica o termo “subsídio dos vereadores e do Presidente da Câmara”, pois na prática não existe na Casa – há quase uma década - distinção de subsídios entre presidente e seus pares” (sic).
3 – No final, a nota esclarece professoralmente “que a mudança está de acordo com a “Cartilha de Orientações Gerais para fixação dos subsídios dos vereadores”, elaborada pelo Tribunal de Contas de Minas” (sic).
     Aliás, importante esclarecimento, uma vez que a colenda Câmara de Ibitatá, pelas justificativas acima, jamais fica de acordo nem com a Lei Maior do país, a Constituição Federal.
     Essa morosidade para resolver coisas simples e óbvias, acontece, muito provavelmente, pela falta de tempo dos Edis, justificável pelo hercúleo trabalho que realizam em nosso nome, como nossos representantes. Não podemos nos esquecer disso. Nós, eleitores, somos os maiores responsáveis pelo que acontece.
     Somos como o avestruz que enfia a cabeça no buraco, deixando o traseiro de fora, fingido não ver o que acontece, representados por preguiças, que não cumprem nem sua principal função, que é legislar, a não ser que seja em causa própria, quando se transformam em verdadeiros guepardos.  






sexta-feira, 28 de setembro de 2012

EU VOTO FICHA LIMPA






A Eleição vem aí!

Tá na hora de sabermos qual o administrador iremos contratar para gerir os destinos de nossa cidade nos próximos quatro anos.

O ADMINISTRADOR TERÁ QUE SER:
HONESTO
EXPERIENTE
COMPETENTE
E, ACIMA DE TUDO, TER A FICHA LIMPA.

COMO SABER SE O CANDIDATO QUE EU PRETENDO VOTAR TEM A FICHA LIMPA?

É FÁCIL SABER!

Clique no link abaixo:

Vai abrir a página seguinte:




Basta digitar o nome do candidato no local indicado e clicar em PESQUISAR

VOCÊ TERÁ A FICHA DE SEU CANDIDATO OU DE QUALQUER OUTRO CANDIDATO A PREFEITO!

DIVULGUEM ESSAS FICHAS NO FACEBOOK E NO TWITTER, PELO E-MAIL.

 SALVEM PASSOS DE NOVOS ASSALTOS.


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

MANIFESTO DE SOLIDARIEDADE




     O redator do Manifesto de Solidariedade dos Funcionários da CREDIACIP a Taquinho praticou um puxa-saquismo explicito e exagerado que transformou a manifestação em algo artificial e pouco crível.

     Transformou uma pessoa comum, como todas as outras, com defeitos e qualidades, num São Roque de Montpellier, que dedicou toda a sua vida adulta aos necessitados. Não dá pra comparar, porque o Santo nasceu de família rica; viveu e morreu pobre, por opção própria. Já a história do candidato, cantada em prosa e verso de uns tempos pra cá, é diametralmente oposta.



 

 

 

      A cassação do candidato, segundo o manifesto, foi por ter doado uma máquina de lavar roupa para uma creche. Deu zebra. Melhor faria o candidato cassado se tivesse dado uma máquina de lavar ficha para seu colega de chapa.  Evitaria sua cassação e a do colega em futuro próximo quando os processos, que são muitos, começarem a andar. 
O manifesto, ocupando um quarto da página 3 do Obbá Coema de quinta-feira última, deve ter custado uma nota. Quem será que pagou?




quarta-feira, 26 de setembro de 2012

IBITATÁ É ÍMPAR.



     Cassaram o candidato a vice da Arena 1 na primeira instância da Justiça Eleitoral, ou seja, aqui mesmo em Ibitatá, por abuso do poder econômico. Portanto ele pode recorrer e, enquanto aguarda o recurso, há a possibilidade de conseguir uma liminar e continuar a campanha.
     Detalhe importante. Quem reclamou na justiça não foi a oposição. Foi a turma da Arena 2, que antes, comportadamente engolia sapo vendo a banda passar. Agora ficou maxxa com dois xis.
     Outro detalhe também importante. A turma da Arena 1, apressada, sem esperar o resultado de um possível recurso, saiu a campo em busca de um substituto. Dizem que o alvo é meu amigo Ademir José da Silva também do PP. Antes de continuar um parêntesis: Amigo, salta de banda, antes que te botem numa fria.
     Uma fofoca. Dizem que o vice, que carrega no lombo uma rejeição do tamanho de um bonde, está atrapalhando a chapa da Arena 1, mas não abre mão de sua candidatura. Dizem até que, por causa disso, o candidato do MDB tá subindo que nem foguete dos bons, daqueles que não fazem barulho, só beleza. Este seria o motivo principal da famosa briga entre o candidato e seu vice em plena via pública, testemunhada por insuspeitos eleitores.
      Existe outra fofoca na praça com pinta de desespero: o candidato do MDB vai desistir da campanha pra ajudar a turma da Arena 2.
      Os fatos e as fofocas me levam inferir que há desespero nas hostes da base tucana municipal e o deputado que coordena a coisa por aqui, aquele da “sombrancelha” de taturana, armou um novo esquema pra ver se salva a situação que está fugindo do controle. Determinou que a turma da Arena 2, que antes aceitava tudo, até troca dos importante (pros políticos) cavaletes, denunciasse os amigos (mui amigos) da Arena 1 pra ferrar o vice.
     Quem viver verá.
     Por último, mas não menos importante. Ibitatá é ímpar. Somente aqui o candidato a vice faz campanha diferente e diversa do candidato a Prefeito; tão diferente que o candidato a vice é cassado por abuso do poder econômico e o candidato a prefeito não.
     Sinceramente. Gostaria de ver a peça acusatória da Arena 2 contra a Arena 1 pra ver a mágica que foi feita pra que um fosse cassado e o outro não. Coisa de gente competente.
     Outra curiosidade minha. Boneco de ventríloquo repete o que o ventríloquo diz, portanto não sabe de nada. Agora, será que o ventríloquo sabe ou está de inocente útil?


    
    
     

terça-feira, 25 de setembro de 2012

MAIS UMA GRANDE OBRA DOS POLÍTICOS DE IBITATÁ.




     Além do Prédio do Fórum, da Ponte do Glória e da Torre Eiffel, parece que Tatá contribuiu para a construção da Veneza Brasileira. Garanto que esta ele irá negar ser de sua autoria.
     Explico!
     No dia de ontem, durante uma chuva forte, típica do início do período chuvoso, diversas regiões de Ibitatá foram inundadas, parecendo Veneza, não fosse a quantidade excepcional de lixo flutuando.
    Passada as chuvas descobriu-se o principal motivo para as inundações: os indefectíveis cavaletes dos políticos, arrastados pelas águas entupiram os bueiros, que são poucos em Ibitatá, causando transtorno para a população.
   Passada a tempestade, com certeza, começará o jogo de empurra pra ver quem é culpado pelo evento, perfeitamente previsível, por isso inexplicável.

Av. Expedicionários

Rua Barão de Passos




     No mínimo não terei surpresas desagradáveis

sábado, 22 de setembro de 2012


ETA VENTO DANADO!

Havia
na minha rua
uma árvore triste
Quebrou-a o vento

Ficou tombada,
dias e dias,
sem um lamento
(Assim fiquei quando partiste)
Autor: Saul Dias pseudônimo de Júlio Maria dos Reis Pereira, engenheiro, pintor e poeta português, nasceu na Vila do Conde, Portugal, em 1902, ali morreu aos 81 anos. 

OS CAVALENTES COM PROPAGANDA DOS POLÍTICOS ESPALHADOS PELAS RUAS E PRAÇAS DAS CIDADES CONTRARIAM A LEI ELEITORAL.
A LEI É CLARA: CAVALETE PODE, MAS, POR SER PROPAGANDA MÓVEL, DEVE SER RECOLHIDO À NOITE. NINGUÉM OBEDECE.
ONTEM EM PASSOS UM VENTO FORTE DERRUBOU TODOS OS CAVALENTES DOS POLÍTICOS, ESPARRAMANDO-OS PELAS SARGETAS. UM BOM LUGAR PARA AS COISAS DOS POLÍTICOS, INCLUSIVE PRA ELES TODOS, RESSALVADAS AS RARÍSSIMAS EXCEÇÕES.   
BEM FEITO!
OUTROS DANOS ACONTECERAM, UM GRAVÍSSIMO, ENLUTANDO UMA FAMÍLIA.

POR ESTES, PERDOEM O VENTO:
“O VENTO NÃO SABE LER”.
Filme de 1958 do Diretor Britânico Ralph Thomas estrelado por Dirk Bogarde

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

ADESIVO

OLHA SÓ O ADESIVO QUE ESTÁ CIRCULANDO NOS VEÍCULOS DE IBITATÁ.

      Tem uma vantagem. Como todo político se considera um ficha limpa, o adesivo não vai desagradar nenhum deles. O que achar ruim será uma exceção e ficha suja confesso.
        Mas, a esperança é que para o eleitor o adesivo possa dar motivos para reflexão.
       Qual o candidato que tem um caminhão de processos na justiça parados a custa de bons advogados que, usando de artifícios processuais, mesmo que legais, estacionam os dito cujos nas estâncias judiciais superiores e ficam por aí se dizendo inocentes, torcendo para que os processos prescrevam?. 
      Se fossem inocentes como apregoam seriam os primeiros a querer a rapidez no andamento de seus processos. 




CANDIDATOS


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

ARENA 1 e ARENA 2.



     O Regime Militar imposto aos brasileiros em 1964 assassinou a democracia, extinguindo os partidos políticos. A partir de 1965, para simular a existência da assassinada para consumo externo, os militares permitiram a criação de dois partidos políticos, sendo que nenhum deles poderia incluir em seu nome o vocábulo “Partido”, para evitar o renascimento dos antes existentes. 
     Foram criados então os partidos, Arena (Aliança Renovadora Nacional), base de sustentação de regime militar, da qual faziam parte lideranças conservadoras e fascistas de todos os matizes. E o MDB (Movimento Democrático Brasileiro), para fazer uma oposição de mentirinha, tolerável pelo regime, no qual se instalaram os escassos liberais e trabalhistas, sobreviventes dos expurgos e cassações praticadas pelos “revolucionários”.
     Nas primeiras eleições pós-golpe só dava Arena. E a classe política, esperta como sempre, bandeou-se quase toda para o partido oficial, criando um verdadeiro balaio de gato. Para acomodar tanta divergência chegou a existir a Arena 1, Arena 2, Arena 3... Esta situação perdurou até 1974, quando o eleitorado reagiu fazendo com que a oposição vencesse em vários estados e cidades importantes, forçando a “abertura lenta e gradual”, adotada pelo general de plantão no Palácio do Planalto (Geisel).
     Hoje, para eleger prefeitos nas principais cidades mineiras, os partidos da base de apoio ao governo de Minas fizeram um pacto, no qual, usando a máxima do sindicalismo brasileiro de uns tempos pra cá, “os fins justificam os meios”, vale tudo para ganhar a eleição. Por aqui não está sendo diferente. As lideranças locais, tipo boi de presépio, aderiram logo e se submeteram às ordens de Belzonte, sem tugir nem mugir.
    Assim, para acomodar tucanos que não se bicam, reeditaram arremedos da Arena do tempo da ditadura, lançando dois candidatos do mesmo grupo. Só que agora, num teatrinho mixuruca, sem as disputas ferrenhas entre as Arenas dos velhos tempos. Por incrível que possa parecer, há briga entre candidato a Prefeito e a Vice em uma das Arenas; entre as duas, paz, compreensão e amor. Não me surpreenderá a divisão do “puder” entre os dois grupos, se uma das Arenas ganhar. (Credo em cruz).
Algumas pistas levantadas pacienciosamente pelo meu amigo Ferrando, levam a confirmação do fato:
1 – O candidato a prefeito de um dos partidos da base, já com a campanha na rua, equipes de apoio contratadas, entrevistas realizadas com eleitores babacas simpatizantes, dentre os quais me incluo, jornal editado e os demais requisitos para ganhar uma eleição em pleno funcionamento, desistiu da candidatura e foi ser o que disse que jamais seria, quando a fofoca de sua capitulação ganhou força: candidato a vice na coligação de seu principal adversário, alojado na Arena 1.  
2 – Os partidos que compõem as coligações daqui (Arena 1 e Arena 2), com pouquíssimas diferenças, são os mesmos da base de apoio ao governo mineiro.
3 – Na Coluna do Leitor do Obbá Coema, eleitora denunciou que um veículo do candidato da Arena 1 recolheu cavalete do candidato da Arena 2, deixando em seu lugar o seu cavalete. A turma da Arena 2 respondeu à atitude mafiosa de seu adversário com um estrondoso silêncio, mais parecendo políticos britânicos, tal a fleuma demonstrada.
4 – O candidato da Arena 2, mostrando total despreparo para exercer o cargo a que se propõe, demonstrando a pressa com a qual foi ungido como candidato e o pouco caso que os políticos fazem da inteligência e da memória dos eleitores, confundiu Segurança Alimentar, um importante programa nacional no qual as Prefeituras são os atores principais, com Segurança Pública, propondo a criação de uma Guarda Municipal como solução para o problema.
5 – O candidato a vice na chapa da Arena 2 foi figura expoente na administração do candidato da Arena1.

6 – Dois candidatos a Prefeito por partidos políticos da base de apoio do governo de Minas, obrigados a se comporem na marra numa mesma coligação, dão sinal de estresse, quase saindo no pau em plena via pública. Quem bolou a estratégia não sabia que os egos e ambições dos dois jamais caberiam numa mesma coligação. Foi juntar alho com bugalho, deu no que está dando.

     Tudo isso em nome de um pacto para manter o poder custe o que custar, aqui comandado pelo deputado federal tucano, que manda atualmente na política passense ligada ao governo mineiro. Por tudo isso, opto pelo MDB, dando meu voto a seu candidato, apesar de não gastar do tal partido, hoje com um P, que antes era proibido, tanto no âmbito municipal quanto no federal,  .
    





segunda-feira, 10 de setembro de 2012

sábado, 8 de setembro de 2012

TAMOS FRITOS SE ERRARMOS DESSA VEZ



      Nós, eleitores, somos sócios de uma grande empresa do setor terciário (prestação de serviços) e necessitamos em outubro próximo escolher, dentre vários candidatos, um para gerir os destinos da nossa organização nos próximos quatro anos.
      Parto do princípio de que, sendo sócios de uma empresa, quereremos, para o sucesso dela, o que há de melhor. Assim, por óbvio, para gerenciá-la, iremos escolher o melhor gerente, dentre os que se propuseram a assumir o cargo. Diferente disso, estaremos correndo o risco de levá-la a falência.  
      Empresa muito especial essa, fundamental para a nossa vida cotidiana e de nossas famílias, mantida com recursos financeiros providos por nós. Tão especial que jamais conseguiríamos sobreviver com dignidade sem sua existência. Por isso mesmo, seus serviços são considerados essenciais.

Sede da nossa "Empresa'

      Daí a importância de se escolher o melhor gerente: competente, dedicado, honesto, bem intencionado e conhecedor (não confundir com especialista) dos procedimentos e processos que regulam esse tipo de empresa.
      Acho desnecessário dizer que tipo de empresa é essa. “Assim, deixando de lado os entretantos, vamos logo pros finalmentes” (Odorico Paraguaçu, eminente Prefeito de Sucupira, citado de memória).
     O debate entre os candidatos a Gerente de nossa “Empresa”, promovido pelo sindicato dos servidores municipais, mostrou o abismo entre eles, sob o aspecto de conhecimento do terão que fazer e seriedade sobre o que propõem. A maioria está mais perdida do que cego em tiroteio.
     O mais novo, candidato pela Arena 2 (Depois eu explico), ao ser perguntado sobre o que pretendia fazer com relação à Segurança Alimentar, algo que deveria saber porque a matéria faz parte de um Sistema Nacional no qual a “Empresa” que ele se propõe a administrar é parte fundamental, lascou, confundindo óleo cru com o olho do ..., que pretendia criar a Guarda Municipal para resolver o problema.
    O candidato do Lula só conhece e só fala sobre os problemas sociais, o que é importante, admito, mas não é o único problema sério que afeta Ibitatá e, além disso, é um problema nacional. É candidato de “uma nota só” (Favor não confundir as notas, porque o candidato é pessoa séria). O resto dos problemas aguardará mais quatro anos para que ser resolvido.
    O candidato da Arena 2, esse é um artista do subterfúgio e da mentira; mente que nem sente. E pior, ele, mais do que seu fã Crentinho, acredita em tudo que fala e promete. É um problema sério e acredito que nem Freud explica.
     Já o Veinho deu um show de experiência, de conhecimento dos meandros da administração pública e de coragem ao enfrentar perguntas embaraçosas e propor soluções realistas para assuntos polêmicos, como no caso do apostilamento. Só não gostei foi da resposta que deu sobre a saúde feita pelo candidato da Arena 2: “O senhor como vice-prefeito da atual administração por que não resolveu o problema da saúde em Passos?”. Se fosse eu o vice, responderia na bucha, sem pestanejar: “auuu, auuu, auuu, auuu!!! (Se quisesse esnobar:  wou-ou-ouuuu !!! em francês). Lembro que o candidato perguntador não admitiu ser candidato a vice, respondendo: “Eu não sou cachorro!”.
      Não gosto do PMDB nem no âmbito municipal e muito menos no nacional. Mas, não tenho dúvidas, dos candidatos a gerente dessa importante “Empresa” da qual sou sócio e dela dependo no meu dia-a-dia, escolho sem medo de errar o Veinho (Sou muito mais velho do que ele, confesso).