quarta-feira, 18 de março de 2015

Causa da Falta D'água



Final do discurso do senador Cássio Cunha Lima no plenário do senado, por si só explicativo.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

BOLSA LADRÃO.


     De uns tempos pra cá, o valor do barril de petróleo despencou de maneira significativa no mercado internacional, tornando o preço dos combustíveis mais baratos em todos os países minimamente decentes, onde a economia é regida pelas leis do mercado.
    No Brasil, o governo já anunciou que, apesar da queda acentuada do petróleo, os preços dos combustíveis serão mantidos para que a Petrobrás possa reforçar o seu caixa, dilapidado pela ladroeira, descarada e incompetente, instituída pelo petismo-lulismo.

    Mais uma bolsa criada neste nosso rico e pobre país, a Bolsa Ladrão. Essa, com a contribuição de toda a nossa alegre e triste nação, para beneficiar ricos e alegres políticos, e adjacências, da chamada base aliada do governo de plantão.



                   
         
         
            B R A S I L

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

OBTIDO NA INTERNET


Texto abaixo foi copiado da Internet. Eu sugiro trocar a bandeira da Arábia Saudita pela da Coreia do Norte. A CIA iria vigiar também. E os gringos têm muito mais grana.
Agora Estou Seguro
     Eu e minha vizinhança sofríamos de assaltos regularmente... eu já estava cheio disso! Então desativei meu sistema de alarme, deixei de pagar o guarda noturno e dispensei a vigilância do bairro.
     No jardim de casa hasteei 3 bandeiras: Uma bandeira do Afeganistão, outra da Arábia Saudita e no meio a bandeira negra do Estado Islâmico. Agora, somos vigiados pela Polícia local, Federal, pela Segurança Pública, Interpol, etc. 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano. Meus filhos são seguidos quando vão para a escola, minha esposa quando sai de casa, e me seguem quando vou e volto do trabalho. Ninguém mexe com a gente. Nunca me senti tão seguro.

     Já me disseram que se eu botar uma de Cuba ainda ganho um dinheirinho da Dilma.



Coreia do Norte

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

“E agora José?”.


     Outro dia em Goiânia, policias prenderam um menor (ou, melhor dizendo: apreenderam um de menor), diante das câmeras da TV local.
     - “Você tem passagem?”, perguntou o policial.
      - “Tenho!”, respondeu o de menor, calmamente.
      - “Qual o seu artigo?”
      - “157 e duas por formação!!!”

     Os “adevogados” que se cuidem. Quanto a mim:
     “Vou-me embora pra Pasárgada.
      Lá sou amigo do Rei. 
      Lá tenho a mulher que eu quero.
      Na cama que escolherei”.



quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Necessária, mas muito cara.


    Segundo o site dela mesmo, no ano de 2014, a Câmara de Vereadores de Passos tinha uma previsão de gastos em seu orçamento de seis milhões de reais. Devolveu uma “sobra” de cem mil reais, portanto custou-nos no ano recém-findo R$ 5.900.000,00 (valor aproximado, porque nossa Câmara não publica suas contas, como determina a Lei Complementar 101/2000).
     No citado período fez 72 reuniões (41 ordinárias, 23 extraordinárias, 2 audiências públicas e 7 de homenagens), donde se conclui que cada reunião nos custou R$ 81.944,44 (oitenta e um mil, novecentos e quarenta e quatro reais e quarenta e quatro centavos).
   Com a grana gasta em uma única reunião da nossa “colenda e egrégia” Câmara, poder-se-ia comprar uma Spin LT1.8 mais um Agile Hatch LT1.4, com sobra de uns trocados, ou, com R$ 55,56 sobrando no bolso, uma Pick-Up S-10 Cabine Dupla 4x2, a preferida da turma do peru pequeno; todos zero quilometro.
    Num ano daria pra comprar 72 pick-ups’s que, enfileiradas, com um espaço de 40 cm entre elas, formariam uma fila que, começando na Praça do Rosário, descendo a Rua Presidente Antônio Carlos, terminaria na porta do Passos Clube. Se optássemos por comprar Spin e Agile, com os mesmos 40 cm entre os carros, partindo do mesmo ponto, a fila terminaria perto do cruzamento com a Rua Tenente Vasconcelos.  
    No site citado não encontramos o valor dos gastos com viagens a Belzonte e Brasília pra levar demandas e trazer vento (se pelo menos fosse chuva, encheriam o reservatório de Furnas) e nem o custo do décimo terceiro salário para os edis, implantado em resolução secreta da mesa diretora, “retroativo ao ano corrente”, portanto já recebido.
    Dos onze edis de nossa Câmara, somente um devolveu o cheque relativo ao décimo terceiro salário. Por isso, foi elogiado na Coluna do Leitor da Folha da Manhã. Elogio imerecido uma vez que a devolução foi feita por motivos técnicos (não há lei autorizando o pagamento e, segundo o dito popular, passarinho que come pedra sabe o tamanho do fiofó que tem), e não por razões éticas.
    A propósito, muitas Câmaras Municipais deste imenso país elegeram as novas Mesas Diretoras para o próximo biênio. Como consequência, os Presidentes delas serão trocados. Segundo a citada Folha da Manhã, em Passos sai o Dentinho e no Carmo assume o Pão de Queijo. Esperar o que, cara-pálida?

+


ou



quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Ctrl C - Ctrl V

    A arquiteta Raquel Rolnik, colunista da Folha de São Paulo, descaradamente, copiou a Coluna Opinião do diário passense Folha da Manhã, publicada hoje, 03/12/2014, e de autoria de nosso prefeito Ataíde Vilela, como pode ser observado nos URLs informados abaixo e na foto da edição acima citada da Folha da Manhã.
    A referida arquiteta, pra despistar, usou o primeiro parágrafo do artigo do nosso prefeito como legenda de uma foto, trocou o nome de nossa cidade pela de Serra da Saudade em Minas e Borá em São Paulo, no último parágrafo, além de acrescentar um parágrafo no final de seu artigo.

    É um inaceitável plágio cometido pela arquiteta.



Ver em:

 Ver em:
http://outraspalavras.net/outrasmidias/destaque-outras-midias/luzes-urbanas-novo-foco-de-privatizacao-excludente/
FOLHA DA MANHÃ


segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Curioso - Aparentemente o PT acertou


    A pregação petista na campanha eleitoral deste ano, segundo a qual Dilma era a candidata dos pobres e Aécio dos ricos, que fez um estrago tremendo na campanha do Aécio, parece, se confirmou na prática.
     Dilma Rousseff (PT) conseguiu contundente vitória em Belágua, pequena e pobre cidade do interior do Maranhão dos Sarney, com renda per capita anual de R$ 1.285,00 (a 5.564ª pior renda per capita dos 5.566 municípios brasileiros). A petista obteve 93,93% dos votos válidos (3.558), contra 6,07% (230) de Aécio Neves (PSDB).

    Aécio, por sua vez, conseguiu sua vitória mais tranquila em Miami, rica e próspera cidade norte-americana, com renda per capita anual de R$ 75.300,00. Lá, o tucano obteve 91,79% dos votos válidos (7.225), contra 8,21% (646) de Dilma.


Belágua ou Belégua, MA, BR


Miami, Flórida, USA

sábado, 18 de outubro de 2014

Vamos votar no Aécio


     Dilma, a jaguatirica do serrado, prometeu: “Se você, eleitor, me der a confiança de um novo mandato, prometo um combate duro, duríssimo, sem tréguas, contra a corrupção e a impunidade, atinja a quem atingir, doa a quem doer”.
     Diante de tal promessa, Lula, Lulinha, Zé Dirceu e outros novos ricos do PT, com medo de Dilma, pois conhecem a fera, em reunião reservada, decidiram: vão votar no Aécio.

     Dizem que Aécio, quando soube, agradeceu e dispensou o apoio.


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Bolsa iluminação


     Li dias atrás aqui nesta Folha sobre o projeto de lei da administração municipal passense, que cria a Contribuição para o “Custeio do Serviço de Iluminação Pública” – COSIP. Nada contra, mas vamos fazer a coisa com correção e evitar a justiça de Robin Hood.  
     Pelo Projeto de Lei citado, a COSIP será calculada como um percentual do valor da Tarifa de Iluminação Pública, classe B4b (R$ 0,22794/kWh), sem os tributos. Dois problemas, típicos dos que não estão familiarizados com pequenos valores. Coisa de juristas, acostumados com grandes números, segundo meu amigo Ferrando. (Ver Aurélio: jurista²).
     Primeiro: tal tarifa foi extinta pela resolução (414/2010) da ANEEL que regulamentou a municipalização do serviço de iluminação pública e deixará de ser usada tão logo essa municipalização for completada e ainda é de valor superior ao da tarifa em vigor (R$ 0,20812/kWh).
     Segundo: as tarifas de energia elétrica para consumidores em baixa tensão são expressas em centésimos milésimos de Real por kWh. Na exposição de motivos do Projeto de Lei o valor está multiplicado por 1.000 (mil) e esqueceu-se de mencionar a unidade de medição da energia. Isso irá gerar confusão.
     Quanto à justiça de Robin Hood, vangloriada na exposição de motivos, ela não se coaduna com a democracia. “Dos cerca de 36.000 consumidores residenciais, mais de 29.400 mil (sic) residências, ou seja, mais de 80% (disso jurista entende) das residências não serão atingidas com (deveria ser “pela”; “com” é para os 20% restantes) a Contribuição”. A lei tem que ser justa.
     O autor do projeto não observou que dentre essas residências não “atingidas com” a COSIP estão as moradias vagas e as de uso ocasional (8% e 6% do total, respectivamente, segundo o IBGE); as moradias para aluguel, quando sem inquilino; as moradias de quem sai de férias, durante o período das mesmas; as moradias dos que tem casa de veraneio, nos fins de semana, e outros casos semelhantes.
     Nos casos acima não haverá consumo de energia elétrica ou ele será reduzido, com a mudança de faixa de consumo, zerando ou diminuindo a COSIP. E, também, para os demais casos, a COSIP variará mensalmente, porque o consumo de energia elétrica mensal de cada consumidor é variável e o serviço prestado pelo qual se está cobrando a Contribuição é o mesmo para cada usuário, sempre.
     Ficarão isentos também negócios estabelecidos com pouca carência de energia elétrica (Classe B3), com consumo abaixo de 160 kWh/mês. Estará sendo criada a primeira Bolsa para pessoa Jurídica “nesse” país.
     Quando à COSIP a ser paga pelos proprietários de lotes, considerando a referência para cálculo do percentual a ser aplicado o valor venal do lote, meus parabéns. Acertaram em cheio e inovaram. É um valor que não varia mensalmente, pois só é corrigido anualmente pela inflação e de quatro em quatro anos em função da correção da Planta de Valores, exigida pela Constituição. Todos os contribuintes pagarão a mesma COSIP o ano todo.
      Ouso, então, sugerir algumas modificações. Usar o valor venal dos imóveis como referência para o cálculo da COSIP da classe residencial também. Isentar consumidores da classe residencial, usando os mesmos critérios da CEMIG para conceder a Tarifa Social. Explicitar na lei que os consumidores do Grupo B2 (Rural) estarão isentos da COSIP. Não isentar consumidores da Classe B3. Usar para o cálculo da COSIP a Tarifa de Iluminação Pública definida pela Resolução ANEEL 414/2010, em vigor, perenizando a lei, e esclarecer sobre o valor da tarifa de iluminação pública pra evitar confusão.
      Por último, em nome do princípio constitucional da publicidade, explicitar na exposição de motivos qual o valor anual pago à CEMIG para manter o serviço da iluminação pública; quantos imóveis existem na zona urbana de Passos; destes, quantos possuem edificações e quantos estão vagos (lotes); dos que possuem edificações, quantos são residenciais.

       Em vista de tantas imprecisões, as informações logo acima serão úteis para se saber se a receita resultante da COSIP será suficiente pra pagar a concessionária ou se sobrará alguma grana para ser aplicada não se sabe onde. A vida tá dura, meu cumpade, e a grana difícil. 


Passos deixa Sucupira na saudade




     Dizem que existem coisas que só acontecem em Passos, Londres e Sucupira. Tinha dúvidas quanto a isso, porque somente Londres tem o famoso “Fog”, conhecido nevoeiro que acontece com certa frequência na capital inglesa.
     Recentemente, Passos deu um passo à frente em direção a Londres, deixando Sucupira pra trás. As queimadas programadas nos canaviais do entorno da zona urbana, método arcaico usado por aqui pra facilitar o corte da cana, além da sujeira que provocam, estão deixando no ar uma névoa cinza-escura. O fog passense.
     Nosso fog lembra mais os ares de Londres em dezembro de 1952, quando do Big Smoke, mistura do fog londrino tradicional e natural com a poluição causada pela queima de carvão de baixa qualidade para aquecimento, que causou a morte de 12.000 londrinos e deixou doentes mais de 100.000.
     Nossas otoridades, talvez ainda embevecidas pelas declarações recentes da administração profissional da Itaiquara sobre “investimentos de 200 milhões de reais na usina”, publicadas no prestigioso e prestigiado diário Folha da Manhã, um dia antes de começarem a tocar fogo (grande jogada) nos canaviais próximos à cidade, se calam.


     Odorico Paraguaçu, se vivo fosse, também se calaria. Consideraria que, numa primavera atípica, com temperaturas entre 35 e 25°C e umidade relativa do ar em torno de 25%, 5% abaixo do mínimo aceitável, com o fog sucupirano agindo, seguramente alguns adoeceriam e, talvez, dentre estes, pelo menos um morreria, propiciando a inauguração tão sonhada do cemitério de Sucupira.