Nem bem ganharam as eleições já estão ocupando propriedade alheia no centro de Ibitatá.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
TERRA DO FOGO
Dia 17 último,
Elder Cardoso fez o comentário que se segue; “É tá difícil. Neste fim de semana
a Folha da Manhã noticiou que um camarada bebeu e colocou fogo no quarto. Um
outro brigou com a esposa e desta vez ateou fogo na própria. Eta vaticínio do
blog”.
O comentário fez lembrar-me de
mais uma tradição ibitatense que reforça essa forte ligação de Ibitatá com o
fogo, o que explica seu nome.
Certa vez, isso no
século passado, o Prefeito de Ibitatá viajou pra Belzonte a serviço. Como
haveria por aqui uma solenidade, de tão “grande” importância que nem me lembro qual era, ele recomendou que os preparativos fossem iniciados na sua
ausência pra que tudo estivesse nos conformes quando ele voltasse.
Quando viajou, deixou em seu lugar para
resolver os assuntos rotineiros um dos Secretários não muito familiarizado com
as coisas de Ibitatá. Apesar de ter nascido aqui, o tal Secretário tinha vivido
toda sua vida profissional longe de Ibitatá.
Foi então levada
ao Secretário, para aprovação, uma Autorização de Compra para aquisição dos
materiais necessários para o brilhantismo da solenidade programada. Seria
desnecessário dizer que os cofres da Prefeitura não estavam lá grandes coisas,
mas, mesmo assim digo, para que se possa entender a atitude do desavisado
Secretário.
Na Autorização de
Compras o item mais caro, no sentido monetário da palavra, assustou o
desavisado Secretário. Ele, então, não teve dúvidas. Cortou o quantitativo do
tal item para um quarto da quantidade pedida.
De volta de sua
viagem a Belzonte, o Prefeito foi logo sabendo do corte pelos puxa-sacos de sempre,
doidinhos pra ferrar o desavisado Secretário. E, pior, não dava mais tempo pra
comprar o que foi cortado.
Foi aí que o pobre do desavisado Secretário
ficou sabendo que o material do item cortado era também caro, no sentido sentimental
da palavra, para o Prefeito e para a maioria dos políticos ibitatenses.
Depois dessa, para
a alegria de muitos, o desavisado Secretário jamais substituiu o Prefeito para
tocar os assuntos rotineiros em suas ausências. Também pudera. Onde já se viu
tamanha ousadia. Era, e continua sendo, um crime de lesa pátria em Ibitatá cortar a quantidade de foguetes a ser comprados para abrilhantar uma
solenidade.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
domingo, 14 de outubro de 2012
ASSIM NÃO DÁ
ESTOU CANSADO DE PAGAR IMPOSTO E VER MINHA SUADA GRANA SER GASTA COM A MALANDRAGEM.
VEREADORES SEM SUBSÍDIOS JÁ!
ESTELIONATO ELEITORAL EM DOIS TEMPOS
A primeira eleição direta para Presidente da República
pós-ditadura militar ocorreu em 15 de novembro de 1.989. Disputavam a
preferência do eleitorado brasileiro 22 candidatos e seus respectivos vices.
Collor (22,611
milhões de votos) saiu na frente com quase o dobro da votação de Lula (11,622
milhões de votos), que ficou em segundo lugar. Os dois foram para o segundo
turno, que se realizou no dia 17 de dezembro. Nas pesquisas que se seguiram,
Collor novamente saiu na frente com folgada dianteira.
Com o passar dos dias, Collor começou a
perder terreno e Lula a ganhar. Na reta final, as pesquisas mostravam que, se a
queda de Collor e a subida de Lula mantivessem o mesmo ritmo, as curvas das
intenções de votos dos dois se cruzariam antes das eleições e Lula ganharia.
Os marqueteiros de
Collor, orientados pelo pessoal da Rede Globo, bolaram uma jogada nada ética
para frear as tendências das curvas para que Collor continuasse na frente até
antes das eleições.
Sabiam que Lula
tinha tido uma filha fora do casamento, Luriam, não reconhecida por ele, com
uma enfermeira chamada Miriam Cordeiro. Anonimamente (hoje se sabe), lançaram a
história na mídia, desorientando Lula, que a época não tinha o traquejo
midiático que tem hoje. Collor ganhou os debates, diante de um Lula assustado e
acuado, freou a tendência das curvas e ganhou o segundo turno (53% a 47% dos
votos válidos).
Esse fato ficou
conhecido como um dos maiores estelionatos eleitorais explícitos até então
praticado no país. Usar de meios não éticos e sorrateiros para influenciar o
voto do eleitor, sem que ele perceba.
Algo semelhante ocorreu em Ibitatá na última eleição.
Não tão dramático e violento, mas, também um estelionato eleitoral, que ainda
não deu certo, mas pode dar. Os indícios são fortes, confirmados por uma
conversa ouvida “en passant” por um grande amigo meu, noite dessas, num boteco ibitatense.
Contarei a conversa no final desta postagem.
Cronograma do
Estelionato:
- Preâmbulo: No meado deste ano eleitoral, o
candidato tucano, dono absoluto de seu partido no âmbito municipal, saiu na
frente na preferência do eleitorado, enquanto os outros candidatos engatinhavam
em busca de apoio e autorização.
Em vista disso, Tatá tornou-se o candidato preferido do
projeto de Belzonte para ganhar as eleições municipais nas maiores cidades do
Estado (que chamaremos de Arena 1) e, assim, criar uma base ampla e sólida para
o projeto maior: Aécio Presidente.
Pra abrigar tucanos que não se bicam e partidários que ainda
acreditam que política tem ser feita com um mínimo de ética, Belzonte autorizou
mais uma candidatura, cujo grupo chamaremos de Arena 2. Mas, este, talvez sem o
saber, subalterno do outro grupo e tratado a pão e água quanto a grana pra
campanha.
- Dia 29/06 – Taquinho, candidato de um partido
que faz parte da base de apoio ao governo mineiro, pressionado por Belzonte
desiste da sua candidatura e aceita ser vice da Arena 1, levando consigo uma
grande rejeição.
- O candidato da Arena 1, agora carregando nas costas uma
rejeição trazida pelo vice, somada a sua, começa a perder ponto na preferência
do eleitorado. Nada assustador, por enquanto.
- Como o destino às vezes é irônico, o candidato do PT não
recebeu a grana prometida para a campanha e ficou do tamanho que começou, o do
manda-brasa também não saiu do lugar, devido a forte oposição interna que
recebeu de seus “correligionários”, quem ganhou os votos que a Arena 1 perdia
foi o candidato da Arena 2.
- Empolgado, o grupo da Arena 2, antes dócil, vendo a
possibilidade de ganhar, fez o que deveria ter feito desde o início da
campanha, não fosse um grupo auxiliar: caiu de pau na Arena 1, inclusive
acusando seus candidatos na Justiça Eleitoral de abuso do poder econômico.
- Dias 16 e 17/08 – Pesquisa encomendada pelo Obbá Coema
mostra Arena1 38,25% e Arena2 28,5 % das intenções de voto.
- Os candidatos da Arena1 vão pra televisão e protagonizam
umas das cenas mais hilárias que já assisti nos meus 72 anos de vida: choram.
Receita de marqueteiro para reverter curva de pesquisa. Não deu certo. Os “artistas”
eram canastrões e não convenceram nem seus fãs incondicionais. Crentinho riu,
ao invés de chorar.
- Dia 26/09 – O vice da Arena 1 tem sua candidatura cassada em
Primeira Instância pela Justiça Eleitoral por abuso do poder econômico e,
surpresa, o candidato a Prefeito não.
- Dias 1 e 2/10 – Nova Pesquisa do Obbá Coema mostra as
curvas se cruzando antes das eleições, Arena1 34,25% e Arena2 35,75%.
- Dia 2/10 – O vice da Arena1, ao invés de recorrer da
sentença, renuncia, entrando em seu lugar um dos membros mais ilustres dos
quadros do seu partido.
- Dia 7/10 – A Arena1 ganha a eleição, demonstrando que a
jogada da troca do vice surtiu o efeito desejado, brecando as tendências das
curvas e revertendo-as. Era o destino mais uma vez, irônico, pregando uma peça
na turma da Arena2. Sua acusação propiciou a troca do vice, sem nenhum
transtorno, como se fosse a coisa mais natural, fruto de uma atitude de respeito
da coligação para com a decisão da Justiça Eleitoral e altruísta por parte do
candidato a vice-cassado.
A conversa de
boteco.
- Meu amigo ouviu de um jovem, que se disse membro da equipe
do vice-cassado, sentado numa mesa ao lado da sua, que os candidatos originais
da Arena1 seriam empossados em Janeiro próximo. Um advogado famoso de Belzonte contratado
pelo vice-cassado assegurou que a sentença foi exagerada e fácil de ser revertida,
uma vez que a história da doação da máquina de lavar roupa teria acontecido
antes do prazo estabelecido pela Lei Eleitoral para criminalizar tal atitude.
Abaixo calendário,
pesquisa eleitoral e fotos que corroboram o cronograma acima.
Calendário
Pesquisa Patrocinada pelo Obbá Coema
Quem é o vice eleito? Não pode ser o que está se segurando pra não ser jogado pra fora da foto.
A dedicatória confirma o que já se suspeitava.
Obbá Coema de 11/10/12 - A turma da Arena2 não gostou do resultado.
Vai continuar no TAPETÃO
Os eleitores que se bandearam pra a Arena2 por não simpatizar com o candidato a vice original e voltaram quando da troca de vice, votando na Arena1 e elegendo os seus candidatos, quando estava tudo perdido, se sentirão tapeados.
E daí? Eleitor não tem memória.
sábado, 13 de outubro de 2012
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
O MANDA-BRASA MURCHOU
Há algo de estranho (ou de podre?) no
Reino de Ibitatá. A votação do PMDB,
partido que aqui tem um eleitorado cativo considerável, a ponto de dizer a
lenda: “Se houver mais de três candidatos fortes, o Manda-brasa leva”, foi
menor do que a metade da votação de 1996 (ver quadro).
Os candidatos a
Prefeito pelo PMDB nos últimos 16 anos que, diga-se de passagem, sempre foram
os mesmos dois, indicando um dos seus grandes pecados, a falta de renovação de
suas lideranças, sempre ficaram no primeiro ou no segundo lugares. Jamais em
terceiro, como agora, com uma votação inimaginável.
Assim sendo, parece que outro grande
pecado, este capital, porque pode ter significado a vexatória derrota de seu
candidato, entrou em cena nesta última eleição: o da traição.
ELEIÇÕES MUNICIPAIS | |||||
| ANO | PARTIDO | VOTOS | % V. V. | ||
| 1996 | PMDB | 17.715 | 38,74 | ||
| 2000 | PMDB | 17.763 | 34,91 | ||
| 2004 | PMDB | 25.160 | 45,41 | ||
| 2008 | PMDB | 28.482 | 49,38 | ||
| 2012 | PMDB | 8.613 | 14,47 | ||
TATÁ TÁ LÁ.
Incontestável a
vitória do Tatá. Quase metade dos votos válidos, com quatro candidatos
disputando a Prefeitura. Novamente a casa é sua; faça dela o que bem quiser,
como sempre fez; nada lhe acontecerá.
Aos esperançosos,
dentre os quais me incluo: compreendam que o povão e os interesseiros de sempre
estão pouco se lixando pra cor da ficha de quem quer que seja.
Lembrei-me do rei Pelé e sua famosa e infeliz
frase: “O povo não sabe votar”. Não é bem assim meu rei. O povo não foi preparado
para votar. Com a má qualidade do ensino e o mísero salário dos professores das
escolas públicas, providenciado pelos políticos, esperar o que?
sábado, 6 de outubro de 2012
OBBÁ COEMA FAZ O SEU PAPEL OU NÃO...
Até que enfim o
Obbá Coema noticia com o merecido destaque a tentativa primária e frustrada de
falcatruar, típica dos que têm a certeza da impunidade, do candidato a Prefeito
de Ibitatá pela Arena 1.
Com chamada na
segunda manchete da primeira página: “Candidato é acusado de burlar consulta na
UPA”, destrincha a notícia na terceira página da edição de hoje, sábado,
véspera da eleição, como deveria ter feito na sexta-feira.
Por que não fez?
Duas hipóteses: por falta de
tempo ou pra ganhar tempo.
Explico.
Primeira hipótese: qualquer jornal tem uma hora certa
pra fechar a edição e envia-la pra impressão; nesta hipótese, faltou tempo para
obter a informação completa ou a primeira página já estava pronta não dando
tempo para modificações. Se for o caso, lamento ter me precipitado, fazendo
duras críticas ao jornal na postagem de ontem.
Segunda hipótese: sexta-feira
era dia útil para o Tribunal Federal, que poderia tomar providências enérgicas
e imediatas contra os malandros pela tentativa de falcatruar; sábado, não. Se
for o caso, lamento pelo adiamento da punição para depois das eleições,
favorecendo a malandragem; neste caso, mantenho as críticas.
Observação: "A repercussão dos fatos é fundamental para o desenrolar dos acontecimentos". (Ho Xhu, filósofo chinês do século X AC).
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
TATÁ TAVA DODÓI
A audiência de ontem
na Justiça Federal relativa a uma ação penal, que tem como réu um dos candidatos
a Prefeito de Ibitatá por utilizar em proveito próprio ou alheio e por empregar mal os recursos públicos, deu em nada.
O
candidato de posse de um atestado médico no mínimo suspeito, pois, no mesmo dia em que foi atestado doente, a ponto de não poder participar da
audiência na Justiça Federal, ele estava ativo e bem disposto em um debate com
seus adversários e, em seguida, participava todo serelepe de uma caminhada de sua
coligação.
Esse
desrespeito para com o judiciário só é possível pela certeza da impunidade de
todos os envolvidos, protegidos por uma legislação paternalista para com os
poderosos e inócua, sob o aspecto ético, proposta, aprovada e sancionada pelos seus
colegas políticos, membros dessa malandragem explícita e desavergonhada que se
apoderou do poder político em nosso país.
Mas,
felizmente, a esperança renasce. Renasce na pessoa de origem humilde que usou a
sua inteligência para se instruir e não para enriquecer. Hoje essa pessoa dá um show de
competência, coragem e saber jurídico, sem a linguagem rebuscada do meio em que
milita, condenando figurões da República inapelavelmente, algo antes
inimaginável. Sua atuação é tão incisiva a ponto de inibir os que lá foram colocados
para proteger tais figurões, obrigando-os a segui-lo em seus votos. A
malandragem está tão assustada e acuada que ameaça apelar para órgãos
internacionais, fingindo-se perseguida.
Felizmente também, parte significativa da sociedade,
principalmente os jovens através das redes sociais, aprova a atuação do
Ministro Joaquim Barbosa, o que nos dá a esperança de uma provável virada de
jogo. Lembrar que o principal motivo para nomeá-lo Ministro do Supremo foi a cor de sua pele deve dar uma dor de corno danada no petismo-lulismo.
Infelizmente, alguns segmentos importantes da sociedade,
principalmente os que se propõem a informar imparcialmente ao público, por isso recebem proteção e isenção fiscal constitucionais, têm se
omitido ou agem com parcialidade em vista dos acontecimentos de interesse geral.
A
propósito, o Obbá Coema na edição de hoje quase encheu sua primeira página de
resultados de pesquisas eleitorais conflitantes, parecendo matéria paga, e
noticiou jocosamente em algumas linhas de uma coluna de segunda página e secamente na quarta página, a recusa
do candidato nosso, por motivo de doença, é claro, em comparecer a uma
audiência na Justiça Federal para se explicar sobre uma denúncia de uso
irregular de dinheiro público. É bom lembrar que o tal candidato que inexplicavelmente correu da raia pra não se explicar na justiça, pode ser eleito Prefeito de Ibitatá no domingo próximo e isso é de interesse público.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
E A FICHA CONTINUARÁ LIMPA.
Hoje, dia 04/10/2012, quinta-feira, às
15h30min, deve ter acontecido mais um capítulo da novela judiciária na qual se
envolveu o candidato a Prefeito de Ibitatá pela Arena 1, depois de perder o seu
vice, cassado por abuso do poder econômico.
Na Avenida Arlindo Figueiredo, 128, Bairro
Centro, CEP: 37.902-026, sede da Subseção Judiciária de Passos do Tribunal Regional
Federal 1 – TRF1 – Deve ter havido uma audiência de instrução e julgamento
relativa ao processo nº 0001744-79.2012.4.01.3804, ação penal em que o candidato da Arena 1 é réu.
É bom frisar que este processo é na
Justiça Federal, diferente dos 30 outros que correm na Justiça Estadual, tendo
o citado candidato como réu.
Dentre esses 30, tem um, relativo à
Operação Caminhada, que se encontra parado em Brasília no Supremo Tribunal
Federal, devido a uma esperta manobra processual dos caríssimos (no sentido de
preço alto) advogados de uma famosa e cara (também com o mesmo sentido) banca
de advogados de Belzonte.
Apesar de tudo isso, o candidato e seus
áulicos continuam jurando que ele é inocente e injustamente perseguido.
Qualquer pessoa inocente trabalharia no
sentido de fazer os processos contra si andarem o mais rápido possível para
ficarem livres da pecha de culpados e não travá-los, adiando-os através de
manobras processuais, mesmo que legais, até que eles prescrevam.
ESTOU CURIOSO PRA SABER O RESULTADO DO CAPÍTULO DE HOJE, MESMO SABENDO QUE O CANDIDATO CONTINUARÁ SENDO “INOCENTE”, QUALQUER QUE SEJA O RESULTADO.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
XOTE DA FICHA LIMPA
LETRA
E LÁ VEM VOCÊ DE NOVO
FALANDO TANTA BESTEIRA
DANDO UMA DE BOM-MOÇO COMO SE FOSSE NORMAL
JÁ TÔ CANSADO DE OUVIR TANTA PROMESSA
DE OUVIR TANTA MENTIRA É MUITA CARA-DE-PAU
EM MINHA CASA ENTRA SEM PEDIR LICENÇA
BEM NA HORA DA NOVELA OU ATÉ DO MEU JORNAL
É MENSALÃO, É SANGUE-SUGA, É PROPINA
É O DOLAR NA CUECA SAFADEZA SEM IGUAL
NÃO VOTO EM NENHUM LADRÃO, EU NÃO
SÓ VOTO COM FICHA LIMPA
SE VOCÊ TEM CARA SUJA NÃO PEÇA MEU VOTO NÃO
NÃO ADIANTA ENROLAR COM SEU DISCURSO
SIGA AGORA O SEU PERCURSO
PEGA O BECO E VÁ EMBORA
SENDO VOCÊ EU USAVA ÓLEO DE PEROBA PRA SUA
CARA-DE-PAU
SEI QUE É MINHA VEZ AGORA
DE DAR UM BASTA NESSA MÁ SITUAÇÃO
SOU DECENTE E SOU NAÇÃO, SOU AMOR AO MEU PAÍS
SIGA O SEU CAMINHO SEM VERDADE
QUERO VER FELICIDADE VENDO MEU POVO FELIZ
NÃO VOTO EM NENHUM LADRÃO, EU NÃO
SÓ VOTO COM FICHA LIMPA
SE VOCÊ TEM CARA SUJA NÃO PEÇA MEU VOTO NÃO
AUTOR: I.F. UM CIDADÃO BRASILEIRO
ETA FICHINHA DANADA DE SUJA.
Deu na Ex-coluna
Deputado Antônio Carlos Arantes, atual Informes, do Obbá Coema: “Está marcada
para esta quinta-feira, na Justiça Federal, mais uma audiência envolvendo o
candidato Ataíde Vilela”. “Neste processo ele é denunciado pelo Ministério
Público Federal, como incurso nas sanções do Decreto-Lei nº 201/67, artigo 1º,
incisos II e IV”.
E nada mais disse,
não sei se pra criar suspense, por falta de tempo ou por preguiça do redator em
pesquisar o real motivo do processo.
Como, no momento,
é importante saber do se trata, pois o cidadão processado é candidato a
Prefeito de minha terra, faço o trabalho do redator.
Dispõe sobre a
responsabilidade dos Prefeitos e Vereadores, e dá outras providências.
|
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da atribuição que lhe confere o
parágrafo 2º, do artigo 9º, do Ato Institucional nº 4, de 7 de dezembro de
1966,
DECRETA:
Art. 1º São crimes de responsabilidade dos Prefeitos Municipal,
sujeitos ao julgamento do Poder Judiciário, independentemente do pronunciamento
da Câmara dos Vereadores:
I - apropriar-se de bens
ou rendas públicas, ou desviá-los em proveito próprio ou alheio;
Il - utilizar-se, indevidamente, em proveito próprio ou alheio, de
bens, rendas ou serviços públicos;
Ill - desviar, ou aplicar indevidamente, rendas ou verbas
públicas;
IV - empregar subvenções, auxílios, empréstimos ou recursos de
qualquer natureza, em desacordo com os planos ou programas a que se destinam;
O PROCESSO
Ver no endereço abaixo:
Crentinho, amigo do homem, tá indignado com os Promotores Federais que
cometeram tamanha injustiça e decretou solenemente antes que eu dissesse
qualquer coisa:
- “Ele é inocente!”. “É pura “persiguição” e
essa Lei fajuta é do tempo da ditadura e não vale mais nada!”.
Pra não fazermos como Crentinho, vamos
analisar se é o que queremos pra cidade em que vivemos: repetir uma experiência
desastrosa e desastrada, num momento em que Ibitatá (que deveria tornar a ser
Passos novamente) está como a seleção brasileira, que hoje ocupa o 14º lugar no
ranking da FIFA, ficando cada vez mais pra trás na relação das cidades mais
importantes de Minas Gerais, por falta de um gestor público que, simplesmente,
a faça funcionar. Porque os recursos necessários pra isso nós temos.
Ranking da Fifa (Outubro de 2012):
1) Espanha - 1611
2) Alemanha - 1459
3) Portugal - 1259
4) Argentina - 1208
5) Inglaterra - 1196
6) Holanda - 1141
7) Uruguai - 1140
8) Itália - 1106
9) Colômbia - 1102
10) Grécia - 1029
14) Brasil - 1001
terça-feira, 2 de outubro de 2012
LEI DA FICHA LIMPA
Pressionado por um Projeto de Lei de
iniciativa popular, o Congresso Nacional aprovou a chamada Lei da Ficha Limpa.
O Supremo Tribunal Federal, a mais alta corte do país, consultado, considerou a
Lei constitucional e aplicável na eleição deste ano.
A Lei da Ficha
Limpa impede político condenado por órgãos colegiados de disputar cargos
eletivos, mesmo que o condenado ainda tenha possibilidade de recorrer da
condenação. Antes da Lei, o político só era impedido de se candidatar depois
que o seu processo transitasse em julgado, ou seja, nunca.
Portanto, hoje, a
coisa tá clara. Político condenado por uma corte colegiada (mais de um juiz), a
justiça eleitoral cassa sua candidatura.
Mas, tem coisas
que só acontecem no Brasil. O STE – Superior Tribunal Eleitoral – que tem o
poder de não deixar candidato ficha suja se candidatar, fez campanha do “Voto Limpo, por
meio de peças publicitárias no rádio e na televisão”.
“As
mensagens pretendem estimular os eleitores a participar do processo eleitoral e
a escolher candidatos ficha limpa, ou seja, sem problemas na Justiça”(o
grifo é meu).
Assim
sendo, eleitores, a Justiça Eleitoral está nos pedindo para escolher candidatos
que não tenham problemas na Justiça, ou seja, mesmo que condenados em primeira
instância, indo além da Lei da Ficha Limpa.
Como
a justiça é justa e sabe muito mais do que nós o que faz, vamos consultar se o
nosso candidato a qualquer cargo eletivo tem problemas com a justiça e não votar nele, caso tenha.
Agindo assim iremos fortalecer nossa democracia, acabando com a mamata de políticos corruptos.
Agindo assim iremos fortalecer nossa democracia, acabando com a mamata de políticos corruptos.
"Vanity — definitely my favorite sin."
O
que faz uma pessoa séria, honesta, que, como está na moda hoje, Ficha Limpa,
cultivada com carinho a vida toda, de uma hora pra outra, aparentemente sem
desejar, se meter com um Ficha Suja indubitável e mentiroso contumaz?
Esta
pergunta verrumou meus miolos de ontem pra hoje com impertinência.
Só
obtive uma explicação quando me lembrei da frase final do personagem John Milton,
que incorporava o demônio, magistralmente interpretado por Al Pacino no filme
Advogado do Diabo, ao ver a desgraça de seu pupilo, jovem advogado que ele
havia guindado ao sucesso e à riqueza e usado para alcançar seus propósitos:
“Vaidade,
definitivamente meu pecado favorito”.
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