Há algo de estranho (ou de podre?) no
Reino de Ibitatá. A votação do PMDB,
partido que aqui tem um eleitorado cativo considerável, a ponto de dizer a
lenda: “Se houver mais de três candidatos fortes, o Manda-brasa leva”, foi
menor do que a metade da votação de 1996 (ver quadro).
Os candidatos a
Prefeito pelo PMDB nos últimos 16 anos que, diga-se de passagem, sempre foram
os mesmos dois, indicando um dos seus grandes pecados, a falta de renovação de
suas lideranças, sempre ficaram no primeiro ou no segundo lugares. Jamais em
terceiro, como agora, com uma votação inimaginável.
Assim sendo, parece que outro grande
pecado, este capital, porque pode ter significado a vexatória derrota de seu
candidato, entrou em cena nesta última eleição: o da traição.
ELEIÇÕES MUNICIPAIS | |||||
| ANO | PARTIDO | VOTOS | % V. V. | ||
| 1996 | PMDB | 17.715 | 38,74 | ||
| 2000 | PMDB | 17.763 | 34,91 | ||
| 2004 | PMDB | 25.160 | 45,41 | ||
| 2008 | PMDB | 28.482 | 49,38 | ||
| 2012 | PMDB | 8.613 | 14,47 | ||

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