quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Ctrl C - Ctrl V

    A arquiteta Raquel Rolnik, colunista da Folha de São Paulo, descaradamente, copiou a Coluna Opinião do diário passense Folha da Manhã, publicada hoje, 03/12/2014, e de autoria de nosso prefeito Ataíde Vilela, como pode ser observado nos URLs informados abaixo e na foto da edição acima citada da Folha da Manhã.
    A referida arquiteta, pra despistar, usou o primeiro parágrafo do artigo do nosso prefeito como legenda de uma foto, trocou o nome de nossa cidade pela de Serra da Saudade em Minas e Borá em São Paulo, no último parágrafo, além de acrescentar um parágrafo no final de seu artigo.

    É um inaceitável plágio cometido pela arquiteta.



Ver em:

 Ver em:
http://outraspalavras.net/outrasmidias/destaque-outras-midias/luzes-urbanas-novo-foco-de-privatizacao-excludente/
FOLHA DA MANHÃ


segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Curioso - Aparentemente o PT acertou


    A pregação petista na campanha eleitoral deste ano, segundo a qual Dilma era a candidata dos pobres e Aécio dos ricos, que fez um estrago tremendo na campanha do Aécio, parece, se confirmou na prática.
     Dilma Rousseff (PT) conseguiu contundente vitória em Belágua, pequena e pobre cidade do interior do Maranhão dos Sarney, com renda per capita anual de R$ 1.285,00 (a 5.564ª pior renda per capita dos 5.566 municípios brasileiros). A petista obteve 93,93% dos votos válidos (3.558), contra 6,07% (230) de Aécio Neves (PSDB).

    Aécio, por sua vez, conseguiu sua vitória mais tranquila em Miami, rica e próspera cidade norte-americana, com renda per capita anual de R$ 75.300,00. Lá, o tucano obteve 91,79% dos votos válidos (7.225), contra 8,21% (646) de Dilma.


Belágua ou Belégua, MA, BR


Miami, Flórida, USA

sábado, 18 de outubro de 2014

Vamos votar no Aécio


     Dilma, a jaguatirica do serrado, prometeu: “Se você, eleitor, me der a confiança de um novo mandato, prometo um combate duro, duríssimo, sem tréguas, contra a corrupção e a impunidade, atinja a quem atingir, doa a quem doer”.
     Diante de tal promessa, Lula, Lulinha, Zé Dirceu e outros novos ricos do PT, com medo de Dilma, pois conhecem a fera, em reunião reservada, decidiram: vão votar no Aécio.

     Dizem que Aécio, quando soube, agradeceu e dispensou o apoio.


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Bolsa iluminação


     Li dias atrás aqui nesta Folha sobre o projeto de lei da administração municipal passense, que cria a Contribuição para o “Custeio do Serviço de Iluminação Pública” – COSIP. Nada contra, mas vamos fazer a coisa com correção e evitar a justiça de Robin Hood.  
     Pelo Projeto de Lei citado, a COSIP será calculada como um percentual do valor da Tarifa de Iluminação Pública, classe B4b (R$ 0,22794/kWh), sem os tributos. Dois problemas, típicos dos que não estão familiarizados com pequenos valores. Coisa de juristas, acostumados com grandes números, segundo meu amigo Ferrando. (Ver Aurélio: jurista²).
     Primeiro: tal tarifa foi extinta pela resolução (414/2010) da ANEEL que regulamentou a municipalização do serviço de iluminação pública e deixará de ser usada tão logo essa municipalização for completada e ainda é de valor superior ao da tarifa em vigor (R$ 0,20812/kWh).
     Segundo: as tarifas de energia elétrica para consumidores em baixa tensão são expressas em centésimos milésimos de Real por kWh. Na exposição de motivos do Projeto de Lei o valor está multiplicado por 1.000 (mil) e esqueceu-se de mencionar a unidade de medição da energia. Isso irá gerar confusão.
     Quanto à justiça de Robin Hood, vangloriada na exposição de motivos, ela não se coaduna com a democracia. “Dos cerca de 36.000 consumidores residenciais, mais de 29.400 mil (sic) residências, ou seja, mais de 80% (disso jurista entende) das residências não serão atingidas com (deveria ser “pela”; “com” é para os 20% restantes) a Contribuição”. A lei tem que ser justa.
     O autor do projeto não observou que dentre essas residências não “atingidas com” a COSIP estão as moradias vagas e as de uso ocasional (8% e 6% do total, respectivamente, segundo o IBGE); as moradias para aluguel, quando sem inquilino; as moradias de quem sai de férias, durante o período das mesmas; as moradias dos que tem casa de veraneio, nos fins de semana, e outros casos semelhantes.
     Nos casos acima não haverá consumo de energia elétrica ou ele será reduzido, com a mudança de faixa de consumo, zerando ou diminuindo a COSIP. E, também, para os demais casos, a COSIP variará mensalmente, porque o consumo de energia elétrica mensal de cada consumidor é variável e o serviço prestado pelo qual se está cobrando a Contribuição é o mesmo para cada usuário, sempre.
     Ficarão isentos também negócios estabelecidos com pouca carência de energia elétrica (Classe B3), com consumo abaixo de 160 kWh/mês. Estará sendo criada a primeira Bolsa para pessoa Jurídica “nesse” país.
     Quando à COSIP a ser paga pelos proprietários de lotes, considerando a referência para cálculo do percentual a ser aplicado o valor venal do lote, meus parabéns. Acertaram em cheio e inovaram. É um valor que não varia mensalmente, pois só é corrigido anualmente pela inflação e de quatro em quatro anos em função da correção da Planta de Valores, exigida pela Constituição. Todos os contribuintes pagarão a mesma COSIP o ano todo.
      Ouso, então, sugerir algumas modificações. Usar o valor venal dos imóveis como referência para o cálculo da COSIP da classe residencial também. Isentar consumidores da classe residencial, usando os mesmos critérios da CEMIG para conceder a Tarifa Social. Explicitar na lei que os consumidores do Grupo B2 (Rural) estarão isentos da COSIP. Não isentar consumidores da Classe B3. Usar para o cálculo da COSIP a Tarifa de Iluminação Pública definida pela Resolução ANEEL 414/2010, em vigor, perenizando a lei, e esclarecer sobre o valor da tarifa de iluminação pública pra evitar confusão.
      Por último, em nome do princípio constitucional da publicidade, explicitar na exposição de motivos qual o valor anual pago à CEMIG para manter o serviço da iluminação pública; quantos imóveis existem na zona urbana de Passos; destes, quantos possuem edificações e quantos estão vagos (lotes); dos que possuem edificações, quantos são residenciais.

       Em vista de tantas imprecisões, as informações logo acima serão úteis para se saber se a receita resultante da COSIP será suficiente pra pagar a concessionária ou se sobrará alguma grana para ser aplicada não se sabe onde. A vida tá dura, meu cumpade, e a grana difícil. 


Passos deixa Sucupira na saudade




     Dizem que existem coisas que só acontecem em Passos, Londres e Sucupira. Tinha dúvidas quanto a isso, porque somente Londres tem o famoso “Fog”, conhecido nevoeiro que acontece com certa frequência na capital inglesa.
     Recentemente, Passos deu um passo à frente em direção a Londres, deixando Sucupira pra trás. As queimadas programadas nos canaviais do entorno da zona urbana, método arcaico usado por aqui pra facilitar o corte da cana, além da sujeira que provocam, estão deixando no ar uma névoa cinza-escura. O fog passense.
     Nosso fog lembra mais os ares de Londres em dezembro de 1952, quando do Big Smoke, mistura do fog londrino tradicional e natural com a poluição causada pela queima de carvão de baixa qualidade para aquecimento, que causou a morte de 12.000 londrinos e deixou doentes mais de 100.000.
     Nossas otoridades, talvez ainda embevecidas pelas declarações recentes da administração profissional da Itaiquara sobre “investimentos de 200 milhões de reais na usina”, publicadas no prestigioso e prestigiado diário Folha da Manhã, um dia antes de começarem a tocar fogo (grande jogada) nos canaviais próximos à cidade, se calam.


     Odorico Paraguaçu, se vivo fosse, também se calaria. Consideraria que, numa primavera atípica, com temperaturas entre 35 e 25°C e umidade relativa do ar em torno de 25%, 5% abaixo do mínimo aceitável, com o fog sucupirano agindo, seguramente alguns adoeceriam e, talvez, dentre estes, pelo menos um morreria, propiciando a inauguração tão sonhada do cemitério de Sucupira.


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Verdade que envergonha


    Publicidade televisiva da Hyundai para vender o ix35 para brasileiros mostra o carrão desfilando sobre uma pista com padrão de primeiro mundo, recheada de obstáculos bem feitos para não enfear a cena, simulacro de nossas rodovias, enquanto o locutor diz: “a espetacular tecnologia Hyundai aperfeiçoada (jeito de publicitário dourar a pílula, pois o mais apropriado seria adaptada) para as estradas brasileiras”.



     Pensando bem, porque nos envergonhar se coisas assim são aceitas tranquilamente pelos nossos representantes legais, travestidos de administradores públicos ou legisladores, que não se envergonham de nada. Alem disso, aperfeiçoar ou adaptar modelos de carros estrangeiros aumenta o custo de produção e, consequentemente, os tributos incidentes sobre eles. Por isso o ix35 custa 57 mil reais na Europa e mais de 100 mil aqui.
     

sábado, 3 de maio de 2014

Revendo a história


     Quando o golpe militar de 1964 eclodiu, eu era estudante do quarto ano de engenharia em Belzonte. Sou contemporâneo do golpe e de seus desdobramentos. Imaginei, então, que sabia tudo sobre esse período negro da história brasileira.
     Não é que dias atrás li surpreso que o ex-presidente Lula havia sido preso e torturado durante o regime militar. Curioso e, ao mesmo tempo, penalizado, fui pesquisar. Comecei, obviamente, pelo chamado “anos de chumbo” (1968 – 1974), quando a ditadura endureceu pra valer, prendendo, torturando e matando os considerados adversários do regime. Nada sobre Lula.
     Somente encontrei notícia do Lula preso no DOPS entre 19 de abril e 20 de maio de 1980, época da distensão lenta, gradual e segura de Geisel, quando a ditadura estava mais mole. Mas, pra maior surpresa, encontrei também um vídeo, com entrevista do próprio Lula, narrando sua vida durante esse período de prisão. É de estarrecer a narrativa do ex-presidente sobre suas condições de prisioneiro da ditadura.

     Acho que é extremamente importante ver essa entrevista. Ela demonstra com clareza e com crueza a gênese de nossa atual situação. Inclusive, esclarece a recente entrevista de Lula à televisão portuguesa, quando diz que dos mensaleiros presos pertencentes ao PT (José Dirceu, João Paulo Cunha, José Genuíno e Delúbio), nenhum é pessoa de sua confiança. Vendo o vídeo verão que o problema que nos aflige hoje é uma questão de caráter e de ética.


terça-feira, 15 de abril de 2014

Lamentável e triste


     Na terra em que nasci e escolhi pra morrer, a maior autoridade do legislativo municipal, pra evitar o encontro com o oficial de justiça que iria lhe comunicar a segunda cassação da maior autoridade do executivo local, como manda a lei, tentou se mandar pelos fundos da sede do poder que preside pra se livrar de cumprir o seu dever e dar tempo a seu correligionário de ganhar um tempo pra se livrar, mesmo que temporariamente, de ser cassado.
     O oficial de justiça, conhecedor inconteste do caráter e da ética dos nossos representantes políticos, o aguardou, pasmem, na porta dos fundos, flagrando a tentativa da autoridade de escafeder-se.

     Desacorçoado e impotente, por não vislumbrar um futuro melhor pra minha terra, sentei-me na margem do degradado e quase seco ribeirão Bocaina e chorei.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Memória fraca ou seletiva?


     O prestigiado e prestigioso diário regional Folha da Manhã, em sua coluna “Informes” da última sexta, ao comparar a “estadualização” das fundações feitas por Azeredo e Anastasia, foi enfático e categórico: “agora foi feito através de lei, ou seja, mesmo que o futuro governador queira voltar atrás, não poderá”.
     Lembro que, antes da lei considerada acima, existiam duas outras leis semelhantes, pra não dizer iguais, vigendo. Uma do governo Newton Cardoso (lei estadual nº 10.323/90) e outra do Hélio Garcia (lei nº 11.539/94). Portanto, Azeredo não estadualizou por decreto; ele assinou o decreto de estadualização com base em leis vigentes.
     Até mesmo porque, o decreto pela sua natureza é subordinado à lei e se presta, na maioria das vezes, para regulamenta-la. Assim, Azeredo não tinha prerrogativa para estadualizar se não houvesse uma lei que o autorizasse. Decreto com força de lei por aqui só nas ditaduras.
     Mas, mesmo com lei e decreto como agora, não houve como impedir que Itamar chutasse o balde solenemente, com uma simples canetada. Itamar, apesar de não gostar dos tucanos, tinha o cheiro deles. Imagina o que não fará a turma do PT que, segundo o Bolsonaro, tem cheiro de enxofre. Portanto, seminovas taubateanas, nada mudou.

     Só o nome dos políticos mudou, mas, continuam os mesmos no modo de pensar, agir e tapear. Logo logo, esses mesmos políticos, que se “esqueceram” de alocar grana, e muita grana, no orçamento do estado para viabilizar a estadualização da FESP, estarão buscando, entre nossas autoridades, culpados pela não estadualização. Quem sobreviver verá. 


terça-feira, 18 de março de 2014

O gato subiu no telhado.


     Peço desculpas a todos por bater na mesma tecla. Não resisto assistir calado que, conterrâneos meus, travestidos em Velhinha de Taubaté, acreditem cegamente nas promessas vãs dos políticos pátrios. Sem exceção, nossos políticos desprezam solenemente a ferramenta mais importante de gestão pública: o planejamento, principalmente o financeiro. Aliás, pra ser justo, essa características é da grande maioria do povo brasileiro. O importante é o presente; o passado todos esquecem; o futuro, a Deus pertence.
     Em recente encontro com autoridades passenses em Belzonte, o secretário Nárcio Rodrigues garantiu, usando até de redundância, que a estadualização da FESP era irreversível, não tinha volta. Confirmando em seguida que, até o final deste mês, o governador resolveria a questão.
     O secretário, sem se comprometer, disse o óbvio para nossas autoridades. A estadualização, obviamente, é irreversível. Para reverte-la há que se alterar a Constituição do Estado de Minas Gerais. E resolver é decidir. Decidir é fazer ou não fazer. É igual à virgindade, coisa importante no meu tempo: ou é ou não é. Não existe meia virgindade.
     Não se pode esquecer que a estadualização de fato precisa de grana, muita grana. Muito mais do que os 80 milhões que imaginei necessários para este ano; esqueci-me das indenizações que terão que ser pagas a todos os funcionários das fundações, que serão dispensados e readmitidos em seguida nos quadros provisórios do estado.
     O Secretário do Planejamento, o homem que sabe se tem ou não tem grana, deu a pista. Deixou vazar que tem várias alternativas pra pagar a conta da estadualização das três maiores fundações. A alternativa mais viável é a que dá um jeito de vincular as despesas deste ano para o próximo exercício orçamentário.
     Dúvidas do macaco (o macaco sou eu). O próximo exercício orçamentário é o do ano que vem, com novo governador que ninguém sabe quem será e pode alterar o orçamento em função de suas prioridades? Os decretos que serão assinados, com certeza em pomposas cerimônias, em Ibitatá com foguete a dar com pau, são os da estadualização mesmo?
     Se as respostas para as dúvidas do macaco forem “sim”, sem revogar artigos da lei de estadualização, difícil de ser feita porque a Assembleia estará de recesso, será uma estadualização meia boca e ilegal. No momento em que os decretos forem assinados, segunda a lei (Art.7º §5º), os alunos deixarão de pagar as mensalidades, inviabilizando o funcionamento das fundações por falta de grana.

     A não ser que tais decretos, despistadamente, não sejam os da estadualização, mas os da enganação. Um amigo, conhecedor da alma dos políticos pátrios, me disse: não estressa, político tem jeitinho pra tudo. 


segunda-feira, 10 de março de 2014

Mensalão do PT e o “mensalão” tucano.

Escrevi recentemente aqui neste espaço que o dinheiro para abastecer os caixas dois das campanhas eleitorais era uma necessidade sazonal, porque as eleições aconteciam de dois em dois anos. O PT inovou, transformando uma necessidade sazonal em permanente. Para economia de espaço, no caixa dois está incluída a grana que vai para os bolsos dos políticos.
Tudo começou antes da campanha eleitoral de 2001. Lula, cansado de perder, determinou que se fizesse de um tudo pra ganhar as eleições. Contratou o melhor marqueteiro: Duda Mendonça. Como isso significava necessidade de muita grana, buscou aqui nas Minas Gerais o mais experiente coordenador de arrecadação de fundos eleitorais: Marcos Valério.
     Lula foi eleito Presidente da República e, para mostrar que o PT era diferente, decidiu que o PMDB não faria parte da base de seu governo. Pela primeira vez, desde o descobrimento do Brasil, o PMDB ficaria fora do governo federal.
     Mas, o PT sozinho não tinha a maioria no congresso para garantir a governabilidade. Lula buscou pequenos partidos para compor a base de seu governo, junto com o PT. Ledo e fatal engano. Os pequenos partidos disponíveis, abrigo dos mais sagazes malandros da política partidária deste país, não tinham e não têm quadros dirigentes para assumir um ministério, nem mesmo uma grande estatal, como o PMDB tinha e continua tendo.
     A grana, para manter a aliança, que o PMDB tirava e tira, espertamente, dos ministérios que ocupa, tinha que vir direto da fonte para os bolsos da malandragem. Para piorar, o apoio dos pequenos partidos não era permanente, mas sazonal, a cada votação importante. Resolveu-se o problema botando em campo a equipe de Marcos Valério para arranjar a grana cotidianamente, tornando o caixa dois permanente.
     Como na política deste país cada um conhece as malandragens dos outros, mas não denuncia, guardando o segredo pra usar na hora mais oportuna, o PMDB, então desconfortável como oposição, pra voltar a mamar (como voltou depois do escândalo), dedurou sutilmente o esquema, que foi apelidado de mensalâo, por causa da frequência dos pagamentos.
    Por um erro de Lula, ao não ter cuidado na escolha, quando nomeou o primeiro negro (será que vai dar rolo? É melhor mudar)... o primeiro afrodescendente para o STF, imaginando, preconceituosamente, que ele seria subserviente a quem o nomeou, deu no que está dando: altas patentes e aliados do PT atrás das grades, por causa do mensalão.
    O PT contra-atacou para mostrar que os partidos são todos iguais e que, por isso, os petistas presos foram sacaneados pelo STF. Buscou na campanha eleitoral de 1998, quando Eduardo Azeredo se elegeu governador de Minas e Marcos Valério era o coordenador de arrecadação de fundos para a campanha, o pecado tucano, que, aliás, é de todos os partidos.
     Espertamente, num eficiente ato de marquetagem, Lula e o PT transformaram um caixa dois sazonal em permanente, dando-lhe o nome de mensalão tucano, também denominado mensalão mineiro e tucanoduto. Podem ter dado um tiro no pé (Amém!!!). Os tucanos, na defesa de Azeredo, irão, seguramente, mostrar essa diferença gritante. Diferença, é bom que se diga, de sazonalidade e de propósitos, mas ambas, procedimentos ilegais, com o uso de dinheiro público.

     Espero que haja bastante publicidade em torno dessa questão. Servirá pra desnudar essa grande sacanagem nacional, perpetrada pelos políticos. “Desnudar pra que?”, perguntaria Ferrando, se pudesse. “Pra nada!!!”, responderia ele mesmo. 


Nossos políticos e o nosso dinheiro.

Diz-se em Brasília que há dois tipos de políticos: os que precisam de dinheiro para fazer política e os que precisam da política para fazer dinheiro. Obviamente, em ambos os casos, o dinheiro é público.
     Os primeiros são considerados honestos. Precisam de dinheiro público para campanhas eleitorais caríssimas, nascidas da introdução do marketing político nas eleições brasileiras. Uma necessidade sazonal; eleições acontecem de dois em dois anos.
     Este dinheiro tem várias fontes que podem ser classificadas como oficiais e oficiosas e três destinos: caixa 1, abastecida pelas fontes oficiais, caixa 2 e a conta bancária de laranjas de políticos que precisam da política pra fazer dinheiro, abastecidas pelas fontes oficiosas. O caixa 2 foi criado em função do limite das doações fixado em lei.
     Mas, o paradoxal é que todas as fontes, independentemente se oficiais ou oficiosas, são as mesmas: grandes empresas apartidárias, por isso doam grana farta pra todos os partidos, pois não sabem quem estará no poder amanhã, as quais dependem do governo para maximizar os seus lucros e, até mesmo, para funcionar com eficácia.
     O dinheiro doado pelas empresas é resgatado, normalmente com lucro, quando conseguem as facilidades junto ao poder político, para driblar as dificuldades criadas pela complicada legislação brasileira, aprovada pelos próprios políticos, portanto transformou-se em dinheiro público.        

     É importante lembrar que no dinheiro público acima tratado, não estão incluídos os um bilhão e poucos reais anuais do dinheiro público, relativos ao Fundo Partidário e à renúncia fiscal provocada pelo uso da mídia televisiva pelos partidos políticos. As emissoras de TV descontam do seu imposto de renda 80% do valor dos anúncios que deixam de faturar no horário nobre, usados pelos partidos políticos.



Imprudência ou desconhecimento?

     - “Semana passada, iniciamos uma rotina de reuniões semanais de trabalho em Belo Horizonte, para abastecer o governo das INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS, principalmente sobre o TAMANHO das escolas de Passos, Divinópolis e Ituiutaba”. (Prof. Fábio Kallas, respondendo pergunta do colunista do Jornal Gente).
     - ”Mas, o governo ainda não sabia disso?”. Perguntou o colunista, assustado, com os olhos arregalados. (Imagem imaginada por mim, porque assim reagi ao ler a matéria).
     - “Nós temos que mostrar ao governo que estas escolas têm um porte BEM MAIOR que as cinco já estadualizadas...”, complementou o Professor. Ou, resumindo com objetividade: Não, o governo ainda não sabia disso.
     Parte de texto copiado do Facebook, atribuído ao Sr Nárcio Rodrigues, confirma o que disse Fábio: “...Anastasia está em viagem à China. Um dia antes de viajar, me ligou e determinou que, na sua ausência, concluíssemos - nós e a Seplag – OS ESTUDOS DO IMPACTO ORÇAMENTÁRIO da completa estadualização das Fundações”.
      Os fatos acima aconteceram faltando menos de um mês para a prometida estadualização (O Governador deixa o governo até 5 de abril próximo).  Para piorar, o PPA do Estado, revisado para 2014, não prevê estadualização alguma, impedindo que se use verba da Reserva de Contingência para esse fim. Coerentemente, o orçamento de 2014 não aloca um tostão furado sequer para estadualização de quaisquer das Fundações Associadas.
     A única grana, que poderia ser usada para esse propósito, na moita, seria os 8 milhões orçados para a distribuição de bolsas de estudo a alunos carentes das Fundações, que deixarão de ser distribuídas, caso haja a estadualização. Valor que não pagaria nem 4 meses do custo operacional previsto da FESP (27,1 milhões de reais em 2014).
     Se incluirmos nas estimativas acima as cinco pequenas fundações estadualizadas em dezembro último, os investimentos da FESP, considerando os novos cursos previstos, e as outras duas Fundações, Divinópolis e Ituiutaba, haveria a necessidade de destinar, por baixo, 80 milhões de reais no orçamento da UEMG de 2014, ou seja, 80% do orçamento dela.
     Ao levantar esses dados, além de assustado e com os olhos arregalados, meus cabelos brancos arrepiaram. Será que não há um interlocutor sequer por aqui capaz de perguntar ao governador: Excelência, onde está a grana para a estadualização das três grandes fundações?
     Se não der conta da grana, o Governador ficará ciente de que sabemos que o ato imprudente e mal planejado é de sua inteira responsabilidade, ou, se desconhecer esse pequeno detalhe orçamentário, algo admissível pela complexidade de suas atribuições, poderá rever sua promessa, para que um trabalho regional de quase meio século não seja destruído nos poucos segundos de uma assinatura precipitada.

     Pra quem já superou algumas estadualizações frustradas da FESP e espera há um quarto de século que isso aconteça, não custa aguardar pelo próximo governo, que nem sabemos qual será, daqui a menos de um ano. Estadualizar com calma e responsabilidade, cumprindo todos os rituais orçamentários, para garantir a continuidade e a qualidade das fundações estadualizadas, qualquer que seja o próximo governo. Queremos a FESP estadualizada, mas não podemos aceitar uma estadualização meia boca, que irá sucatea-la.

PS: Os destaques no texto em letras maiúsculas são meus e os dados foram obtidos nos sites das fundações e no orçamento do Estado.





sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

De como acabar com a violência


    Noticiou-se que na recente reunião das autoridades passenses sobre a violência que assola nossa cidade, foi sugerido o toque de recolher a partir das 22 horas. Achei excelente a ideia. Depois, pensando melhor, percebi que ficou uma grande lacuna não coberta pela sugestão.
    Como grande parte dos assaltos, roubos e assassinatos acontecem durante o dia e no começo da noite e, também, invariavelmente, segundo testemunhas, os autores, vestindo moletom, fogem na garupa de uma moto, animei-me a complementar a fabulosa sugestão surgida na reunião das nossas autoridades.



     Além da implantação do toque de recolher, determinar a retirada da garupeira de todas as motos e proibir o uso de moletom na zona urbana do município de Passos.



     Em tempo. Colocar auxiliares do xerife em todas as entradas da cidade para obrigarem os motoqueiros visitantes a deixarem as garupeiras e os moletons pendurados nas cercas da faixa de servidão das rodovias e das estradas vicinais. Os visitantes só receberão de volta seus pertences quando saírem definitivamente da cidade.




      O índice de criminalidade cairá a zero num átimo, tornando desnecessária a instalação da cadeinha, sonho do operoso presidente de nossa colenda câmara municipal, seguramente um dos participantes da reunião acima citada.


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Deu na globo.com II




Cantor Leonardo é preso com munição no aeroporto de Brasília

Ele foi liberado depois de pagar fiança; valor não foi informado.
     PF diz que ele não tem autorização para transportar o material.
O material foi apreendido pela PF.


      Já que a prefeitura de Passos, por não querer pagar o aluguel, exportou uma unidade da Polícia Federal aqui instalada, será que alguma autoridade local poderia avisar a PF que existem dezenas de menores portando munição acomodada dentro de revólveres de vários calibres, usada diariamente para matar passenses, a torto e a direito, sem dó nem piedade.

    Já que a lei não permite prender menor na cadeia de gente grande e a prefeitura de Passos fechou a cadeinha existente e não permite que o estado abra outra, a PF poderia apreender a munição portada pelos menores passenses, deixando a arma com eles, para que possam brincar, evitando reclamações da turma dos direitos humanos. 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

DEU NA GLOBO - De 15 a 30 de Janeiro de 2014

   
                                             SUL DE MINAS




 15/01/2014 11h21 - Atualizado em 15/01/2014 14h57

Incêndios deixam mais dois automóveis destruídos no Sul de MG

Casos foram registrados nas cidades de Itajubá e Passos (MG).
Nas duas situações, os proprietários não foram identificados.



19/01/2014 16h20 - Atualizado em 20/01/2014 13h51

Operação prende 4 e apreende 15 bananas de dinamite em Passos, MG

Material foi encontrado em casa de homem suspeito de tráfico.
Suspeita é de que eles estejam envolvidos com o tráfico de drogas.



21/01/2014 11h56 - Atualizado em 21/01/2014 11h56

Casa de sargento da Polícia Militar é alvo de disparos em Passos, MG

Militar estava tomando banho quando ouviu pelo menos quatro tiros.
Fato semelhante aconteceu no local há 3 anos e suspeita é de retaliação.



21/01/2014 11h03 - Atualizado em 21/01/2014 11h03

Marceneiro pula muro para escapar de tiros em bairro de Passos, MG

Homem correu e invadiu residência para evitar ser morto.
Suspeita é de que os disparos tenham sido feitos por um pedreiro.



22/01/2014 11h11 - Atualizado em 22/01/2014 15h09

Suspeitos explodem caixa eletrônico de supermercado em Passos, MG

Criminosos usaram carro para quebrar a porta de vidro do estabelecimento.
Explosivos foram utilizados para destruir o equipamento do local.



22/01/2014 11h52 - Atualizado em 22/01/2014 12h06

Jovens são detidos após batida durante tentativa de fuga em Passos

Suspeitos fugiram quando avistaram veículo da Polícia Militar.
Armas e munições foram apreendidas com os criminosos.



22/01/2014 10h05 - Atualizado em 22/01/2014 10h05

Câmera registra assaltantes levando motocicleta de mulher em Passos

Suspeitos apontam arma para cabeça da motociclista, que entrega veículo.
Mulher não teve ferimentos e os rapazes não foram localizados pela polícia.




26/01/2014 20h43 - Atualizado em 26/01/2014 20h43

Homem é morto a tiros por motociclista em Passos, MG

Quatro disparos atingiram a vítima que morreu no local.
Até o momento ninguém foi preso; este foi o 1º homicídio do ano na cidade.



28/01/2014 09h39 - Atualizado em 28/01/2014 14h13

Jovem é assassinado a tiros no bairro Cohab II, em Passos, MG

Rapaz de 24 anos foi morto por dois suspeitos na casa em que morava.
Este foi o terceiro homicídio registrado na cidade desde o fim de semana.





29/01/2014 08h58 - Atualizado em 29/01/2014 21h30
Comerciante é assassinado após reagir a assalto em Passos, MG
Vítima de 61 anos foi abordada quando estacionava o carro na garagem.
Suspeitos foram vistos por vizinhos, mas ainda não foram presos.



29/01/2014 21h24 - Atualizado em 29/01/2014 21h24

Suspeito de matar rapaz de 20 anos a tiros é preso em Passos, MG

Jovem de 18 anos foi detido na casa da namorada.
Segundo delegado, ele já tinha passagens por outros crimes.



29/01/2014 16h51 - Atualizado em 30/01/2014 12h06

Mulher sequestrada 2 vezes é encontrada dentro de carro em MG

Vítima foi sequestrada em Hortolândia (SP) e levada para Passos.
Ex-companheiro e dois filhos dele foram detidos suspeitos pelo crime.



30/01/2014 10h41 - Atualizado em 30/01/2014 10h51

Idoso é baleado a caminho do trabalho em bairro de Passos, MG

Vítima foi atingida por disparos no ombro, braço e abdômen.
Suspeita é de que o sobrinho do homem tenha tentado matá-lo.


segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Ator protagonista de comercial da Marlboro na década de 70 morre de doença pulmonar


     O ator Eric Lawson, que protagonizou anúncios do cigarro Marlboro na década de 1970, morreu aos 72 anos, vítima de uma doença pulmonar. Sua mulher Susan Lawson informou que ele faleceu no domingo dia 10 de janeiro, em sua casa na Califórnia. Lawson foi diagnosticado com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPCO). O principal fator de risco para esta doença é o tabaco.
Tarde Demais
     Fumante deste os 14 anos, Lawson depois apareceu num comercial contra o tabagismo, onde parodiava o seu personagem nos anúncios da empresa de cigarro. Apareceu ainda no programa “Entertainment Tonight” para falar dos efeitos negativos do tabaco. Além de sua esposa, o ator deixa seis filhos.
A maldição do tabaco
     Outros atores de comerciais de tabaco morreram de doenças relacionadas ao fumo, como David Millar, que teve um enfisema pulmonar em 1987, e David McLean, um câncer de pulmão em 1995.



Por que não proíbem!!!
    A carga tributária que incide sobre um maço de cigarros DUNHILL fabricado pela Souza Cruz, que não é nem do Senhor Souza e nem do Senhor Cruz, mas da British American Tobacoo, multinacional com sede em Londres é de 80% em média.
    Quando o incauto e mal informado fumante tupiniquim consome um maço de DUNHILL, no valor de R$ 7,00, ele está transferindo R$ 5,60 para o governo. Governo irresponsável e cruel, que não vê que gasta muito mais do que arrecada com a venda desse nocivo produto no sistema de saúde para tratar de pessoas com doenças pulmonares causadas pelo cigarro.



    E essas pessoas não são somente os fumantes, mas também os fumantes passivos, dentre os quais me incluo, que recebem uma carga mais pesada do que o próprio fumante, porque, além da fumaça do cigarro, inala uma fumaça reciclada, com uma carga nociva muito maior.

domingo, 26 de janeiro de 2014

A coisa tá feia!!!

Pomba libertada por Papa Francisco é atacada por gaivota no Vaticano.

Ataque entre as aves foi registrado durante a oração do Ângelus.
Papa Francisco havia feito apelo pela paz na Ucrânia.


Uma pomba que foi solta pelo Papa Francisco e por duas crianças durante a oração do Ângelus realizada neste domingo (26) na Praça São Pedro, no Vaticano, foi atacada por uma gaivota pouco depois de sair voando. O ataque foi flagrado por um fotógrafo da Reuters.






segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A culpa sempre é dos outros.


    Deu no Informes da Folha da Manhã. A Secretaria Municipal de Saúde de Passos está reclamando da atuação da Regional de Saúde. Inclusive quanto ao fornecimento de medicamentos de responsabilidade do estado.     
    Disseram que o órgão regional prioriza o fornecimento de medicamentos para alguns municípios, principalmente São Sebastião do Paraíso. Isso porque a gerente do tal órgão foi indicada pelos deputados Carlos Melles e Antônio Carlos Arantes, donos do pedaço.
    Como não tenho ouvido e nem visto nada sobre falta de medicamentos, parece-me que a reclamação da Secretaria de Saúde de Passos é uma “vacina”, criação dos marqueteiros para antecipar respostas a futuros problemas. Assim, qualquer problema futuro na distribuição de medicamentos por aqui, a culpa será do Melles e do Arantes.
    Uma historieta que ilustra a gênese politiqueira do problema da distribuição de medicamentos em nossa urbe. Até meados da gestão passada, a distribuição de medicamentos estava um caos, gerando fartas reclamações da população, diariamente publicadas no jornal local.
    O prefeito de então inovou. Ao invés de trocar o responsável pelo setor, indicado por correligionários, por outro de mesma origem, contratou um profissional da área, sem nenhuma ligação política ou com políticos. Um técnico com experiência comprovada na matéria para gerenciar o setor, que, além do mais, era honesto.
     O técnico fez um levantamento dos problemas e definiu as medidas necessárias para saná-los. Mudança para um local mais amplo para ter espaço adequado para a dispensação dos medicamentos e conforto para os usuários; implantação da reposição de medicamentos baseada na política de estoques máximos e mínimos; treinamento dos atendentes e, paralelamente, sugeriu às farmácias e drogarias, principalmente as dos bairros mais distantes, que implantassem a Farmácia Popular, para diminuir o afluxo de pessoas ao setor da prefeitura.
    Para resolver o “problema com Melles”, fez contato a gerente da Regional de Saúde, que é a mesma até hoje, estabelecendo procedimentos que facilitassem o trabalho de ambos.  Daí em diante, as reclamações fartas e diárias desapareceram. E olha que o prefeito pertencia a partido que não era da base aliada do governo de minas.

    No início da gestão atual, um porta-voz do novo prefeito encontrou-se com o técnico e, sem que este nada lhe perguntasse ou pedisse, foi logo dizendo: “sabemos que fez um bom trabalho, mas, por causa do seu sogro, você não irá permanecer na nossa administração”. Fiquei sabendo do ocorrido, chamei o técnico e fui logo dizendo: “apesar de ser você dos meus genros o que eu mais gosto, se for de seu interesse, fique à vontade pra trocar de sogro ou renegá-lo; compreenderei”. Ele não me ouviu e foi trabalhar em outra freguesia, com a consciência tranquila do dever cumprido.  



segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

A ética do PT


    A ética do PT no poder é semelhante a dos sindicatos. Dinheiro público ou do povo, como o próprio nome indica, é nosso. Assim, podemos fazer dele o que bem entendermos e ninguém tem nada com isso. O povo nos elegeu.
    Em 2002, a Caixa Econômica Federal, na moita, encerrou, segundo ela, por irregularidades no CPF e CNPJ, 525 mil contas correntes e de poupança, com valores entre R$ 100 e R$ 5 mil, totalizando R$ 420 milhões, e, pasmem, contabilizaram essa grana como lucro.
    Descoberta a malandragem pela CGU – Controladoria Geral da União, revelada a história pela Revista “Isto é”, o Banco Central, então, obrigou a Caixa a refazer o balanço de 2002 e procurar os donos das contas pra devolver a grana indevidamente lançada como lucro.

Vizinhos em Brasília, a capital da safadeza
    A direção da Caixa diz que não é bem assim, que só cumpriu a lei e as normas em defesa do interesse público, blá, blá, blá.... Mas, numa prova cabal de que estava cometendo irregularidades, sem tugir nem mugir, voltou atrás da sua decisão, como se não tivesse voltado.


   Por isso que petista “engajado” no processo administrativo implantado pelo petismo-lulismo é a favor da censura, pra calar a boca desses bisbilhoteiros da imprensa, que, desconhecendo a ética do PT, só servem pra atrapalhar a administração que fazem em nome e para o povo. Coisa da oligarquia que dominava “esse” país, que não se conforma com a perda do poder.    

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Professora faz protesto e toma banho em buraco de estrada

    Se o moda pega, dentro de pouco tempo o lago de Furnas deixará de ser "O mar de Minas". Passos, assumirá seu lugar, incrementando o turismo em nossa progressista urbe.




"A professora britânica Rosie Morrison, que mora em Mpumalanga (África do Sul), decidiu fazer um protesto inusitado para chamar atenção das autoridades para o péssimo estado da rodovia R36, entre as cidades de Machadodorp eMashishing. Rosie pôs o biquíni e tomou banho em um buraco cheio de lama na estrada. A professora levou livro, vinho, touca de banho, sabonete líquido e xampu".