quinta-feira, 27 de setembro de 2012

MANIFESTO DE SOLIDARIEDADE




     O redator do Manifesto de Solidariedade dos Funcionários da CREDIACIP a Taquinho praticou um puxa-saquismo explicito e exagerado que transformou a manifestação em algo artificial e pouco crível.

     Transformou uma pessoa comum, como todas as outras, com defeitos e qualidades, num São Roque de Montpellier, que dedicou toda a sua vida adulta aos necessitados. Não dá pra comparar, porque o Santo nasceu de família rica; viveu e morreu pobre, por opção própria. Já a história do candidato, cantada em prosa e verso de uns tempos pra cá, é diametralmente oposta.



 

 

 

      A cassação do candidato, segundo o manifesto, foi por ter doado uma máquina de lavar roupa para uma creche. Deu zebra. Melhor faria o candidato cassado se tivesse dado uma máquina de lavar ficha para seu colega de chapa.  Evitaria sua cassação e a do colega em futuro próximo quando os processos, que são muitos, começarem a andar. 
O manifesto, ocupando um quarto da página 3 do Obbá Coema de quinta-feira última, deve ter custado uma nota. Quem será que pagou?




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