O redator do
Manifesto de Solidariedade dos Funcionários da CREDIACIP a Taquinho praticou um
puxa-saquismo explicito e exagerado que transformou a manifestação em algo
artificial e pouco crível.
Transformou uma pessoa comum, como todas
as outras, com defeitos e qualidades, num São Roque de Montpellier, que dedicou
toda a sua vida adulta aos necessitados. Não dá pra comparar, porque o Santo
nasceu de família rica; viveu e morreu pobre, por opção própria. Já a história
do candidato, cantada em prosa e verso de uns tempos pra cá, é diametralmente
oposta.
A cassação do
candidato, segundo o manifesto, foi por ter doado uma máquina de lavar roupa
para uma creche. Deu zebra. Melhor faria o candidato cassado se tivesse dado
uma máquina de lavar ficha para seu colega de chapa. Evitaria sua cassação e a do colega em futuro
próximo quando os processos, que são muitos, começarem a andar.
O manifesto, ocupando
um quarto da página 3 do Obbá Coema de quinta-feira última, deve ter custado
uma nota. Quem será que pagou?



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