sexta-feira, 27 de julho de 2012

ETA NOS RUINS DE RODA


   As grandes organizações nacionais e internacionais, tais como Casas Bahia, Americanas, Walmart, Bretas Supermercados, já perceberam o potencial de nossa cidade e estão aqui se instalando.
   Nós não! Continuamos míopes, quase cegos, elegendo dirigentes e representantes públicos municipais despreparados, incompatíveis com o potencial promissor que temos e que poderá se perder, dependendo de quem elegermos para dirigir nossa cidade nos próximos quatro anos.
   Essas grandes organizações se instalam numa determinada cidade com pequenos investimentos em comparação com o seu porte, depois de estudos de viabilidade baseados em indicadores econômicos e sociais, que nem sempre refletem as incompetências da Administração Pública local. Mas, se isso atrapalhar no futuro, se mandam na mesma velocidade com que vieram. O Carrefour se mandou da Grécia em crise semanas atrás.
   Para evitar novos “já teve” precisamos escolher para Prefeito alguém com comprovada capacidade gerencial para tirar do atoleiro grandes e importantes organizações, algo que jamais conseguimos ter, nos tempos modernos, a frente de nossa Prefeitura. Não podemos mais repetir administrações desastradas ou desastrosas, capitaneadas por gestores despreparados, inapetentes ou mal intencionados, e nem arriscarmos com candidatos novatos, sabidamente sem o preparo necessário, sob pena de nos transformamos na cidade que poderia ter sido e não foi.
   Vejo hoje três pessoas que já provaram ter capacidade para assumir esse grande desafio. Em ordem alfabética: Fábio Pimenta Esper Kallas (FESP), José Eustáquio do Nascimento (Crediacip) e Leonardo Medeiros (Casmil). Somente um deles havia se declarado candidato, facilitando minha escolha.
   Agora, um boato que ecoava por aqui há semanas é confirmado. Não é que o meu promissor ex-candidato resolveu pegar um atalho, atalho esse de difícil caminhada, que o levará a entrar pela porta dos fundos ou pelo cano, dependendo do andamento e dos resultados de inúmeros processos judiciais que correm (ou se arrastam?) na justiça.

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