O Informes da
Folha da Manhã de sexta última revela que os amigos da FESP estão criando “listas com
nomes de indicados para ficar na Fesp/Uemg”. Pura perda de tempo.
Se a criação da
lista tem o objetivo de intimidar determinados funcionários da Fesp, tirem a
cavalgadura da precipitação atmosférica, porque eles estão devidamente
assustados pela divulgação do salário que será pago pelo estado e pelas
condições de trabalho oferecidas nas fundações já estadualizadas.
Inacreditável a capacidade dessa gente de
continuar batendo na mesma tecla, apesar dos sinais claros de que suas
bandeiras estão rotas e suas teses furadas e ultrapassadas.
Será que eles
acham que a excelência demonstrada pela Fesp de uns tempos pra cá é fruto de
geração espontânea e pode ser substituída pela politicagem inconseqüente,
esperta e marqueteira. Não, amigos (da Fesp, meus não!), para que uma orquestra
tenha excelência, precisa ter, além de um maestro de reconhecida qualidade,
músicos aptos e com aptidão para o que fazem.
Por isso, a
seleção dos nomes será natural, não carecendo de indicações. Infelizmente,
tendo em vista os salários que o estado paga e a falta de flexibilidade
gerencial, própria dos órgãos estatais, dessa seleção natural restarão os menos
aptos.
Os que para aqui
se transferiram em busca da rara oportunidade de trabalhar num projeto sério,
inovador, de ponta, mesmo com redução salarial; os que aqui já estavam
subutilizados, pouco reconhecidos, mas prontos para participar das inovações
propostas, e, até mesmo, os jovens selecionados, saídos dos bancos escolares da
própria Fesp, dificilmente irão se submeter à meia paga e à falta de condições
oferecidas pelo estado.
Mandar-se-ão! O
mercado está ávido deles.
Só sobrará o
desejo realizado dos amigos da Fesp e a Fesp soçobrará.

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