terça-feira, 30 de abril de 2013

Adrenalina, competência e corrupção.



     Pra ser político corrupto nos países do primeiro mundo, o candidato tem que ter competência e gostar de muita adrenalina. Competente pra fazer o serviço bem feito, sem deixar pistas. Prazer por adrenalina abundante, produzida pelo receio de ser pego com a boca na botija e punido severamente.

     Por aqui, não. Na terra da impunidade, qualquer um pode se candidatar. Basta ser cara de pau. Prova disso é a ousadia e a desenvoltura com que nossos políticos mentem, metem a mão e aplicam mal o dinheiro público, propõem remendos à Constituição em benefício próprio, pra barrar investigações do Ministério Público e limitar a atuação do STF, que, por fim, funcionam como deveriam funcionar.  




                                          


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