Também gostaria de
agradecer pela preciosa informação que, indiretamente, corrige meu erro em
pensar que a MG-050 não passava por aqui, ao especificar a grana recebida pelo
município passense nesses últimos anos, relativa ao ISSQN recolhidos pela Concessionária.
Aproveito a oportunidade e faço votos pela rápida reformulação do site da
Concessionária, para que outros contribuintes não cometam o mesmo erro que
cometi.
No trevo da
MG-050, BR-265 e BR-491, seguramente a mais importante entroncamento da região,
em São Sebastião do Paraíso, para quem vem de Ribeirão Preto com destino a
Passos, não existe nenhuma placa indicativa de saída para Passos. Parece mais
uma sinalização microrregional, típica de estradas municipais. É um problema
sério para quem não conhece o trajeto e não uso GPS.
Lembro que na
minha carta para a Coluna do Leitor deste jornal, tratei somente do trecho da
MG-050 que atravessa o município de Passos, qual seja da ponte do Rio Conquista
à ponte do Rio São João. Neste trecho nada foi feito, considerando os itens
citados na resposta da concessionária, ou seja, os mais importantes e de maior
investimento.
Gostaria de
salientar que no trecho citado pelo representante da Concessionária, km 355 ao
Km 402, que vai do cruzamento da av. Sabiá com a MG-050 no município de Passos
até próximo ao trevo de São Sebastião do Paraíso na saída para Passos, no qual
foram investidos R$ 6,4milhões, não estão incluídas as obras monumentais, mas
necessárias, realizadas na travessia do perímetro urbano daquela nossa bem
representada vizinha, proporcionais ao prestígio dos deputados que a
representam e dos prefeitos que a administraram.
Interessante os
dados informados pelo representante da Concessionária. Deles podemos chegar a
conclusões assustadoras para quem depende da MG-050, como nós cidadãos
passenses. Entendo que, para uma rodovia tão importante para Minas,
congestionada e perigosa, sua duplicação é, sem sombra de dúvidas, o principal
e inadiável objetivo.
Se considerarmos
o que foi duplicado nos cinco anos e meio de concessão, 14 km, o trecho
concedido, com 406,7 km, estaria completamente duplicado daqui a 154 anos, ou seja,
no ano de 2.168. Se considerarmos os dados da proposta para 2014/2015, teremos
a duplicação completa em 2.054. Bom para o meu bisneto, Lorenzo, que estará com
41 anos e poderá vir de Sorocaba, com segurança e rapidez, visitar a terra
natal de seu pai, do seu avô e do seu bisavô.
Para que nosso sonho seja realizado, sonho
modesto e de longo prazo, somente aceito pelos pacienciosos mineiros,
considerando o tempo restante da concessão, de 19,5 anos, a Nascentes das
Gerais teria que duplicar modestíssimos 20 km por ano. Se o próximo governador
realmente quiser resolver o gravíssimo problema da MG-050, basta aditar o
contrato de concessão, prevendo a duplicação de 93 km por ano. No final de
quatro anos de mandato entregará a MG-050 totalmente duplicada.
Pela mesma carta fico sabendo que a construção
do trevo da Av. Arlindo Figueiredo está prevista para este ano de 2014. Entendo
que a Concessionária não tem qualquer culpa quanto a não execução desta obra.
Sei que, se dependesse de critérios técnicos, tal trevo teria sido construído
no primeiro ano da concessão, há cinco anos e meio. Agora, em nome da segurança
e da fluidez, espero que a obra do trevo, aparentemente autorizada, seja
iniciada nos primeiros meses de 2014.
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