A Rua Dr.
Manoel Patti tem mão única da Dr. João Bráulio até a Cel. João de Barros. Daí
até à Avenida Comendador Francisco Avelino Maia, inexplicavelmente, passa a ter
mão dupla. E, para tornar mais complicado ainda a compreensão da aberração,
depois da citada Avenida ela volta a ter mão única de novo.
No trecho de mão dupla ela mede uns 7
metros de largura, tem estacionamento permitido em ambos os lados, é rota dos
ônibus do transporte coletivo e, no ano passado, a Prefeitura, seguramente com o
aval do Departamento de Trânsito, deu alvará pra funcionamento de um
Restaurante Fast-food. Além de tudo isso, os motoristas, quando sobem a rua em
questão, são obrigados a fazer uma perigosa conversão à esquerda na esquina com
a Cel. João de Barros, cruzando à frente de quem desce.
Em nome da segurança e do bom senso, o
Departamento de Transito ou bem implanta mão única no citado trecho (desejável)
ou bem proíbe estacionar num dos lados.
Mudando o sentido de direção e abstraindo o
transporte coletivo e a conversão perigosa, as observações acima valem também
para a Rua Elvira Silveira Coimbra.
Ao hebdomadário sazonal que, antes das eleições,
serve de veículo de apoio a determinado candidato; que, depois do pleito, caso
seu candidato vença, transforma-se no Diário Oficial Disfarçado e Informal do
Município, e que, quando seu candidato perde, desaparece, reaparecendo na
campanha eleitoral seguinte, informo que o acima escrito é simplesmente uma
sugestão, inclusive já feita à administração anterior, que fingiu-se de
desentendida, nada fez, e me convidou para visitar o Departamento de Trânsito,
como se isso pudesse ser resposta ou solução da questão.
Portanto, sendo uma sugestão, não carece que
o hebdomadário citado responda com a técnica dos “sem resposta”, que, ao invés
de esclarecer a questão levantada, ataca quem está sugerindo ou comentando, ou até
mesmo criticando atos, decisões ou omissões da administração municipal de
plantão, exercendo uma atividade lícita, direito, e dever, de todo e qualquer
cidadão.
Ao Ivan Vasconcelos minha solidariedade. Já
passei por situação semelhante e sei o quanto é desagradável. Menos grave do
que a sua, porque a pessoa de minha relação ocupava um cargo de confiança.
Quanto
às fontes, não se iluda. Faz parte da técnica de intimidação desse tipo de
gente vazar o acontecido nos mínimos detalhes, pra se tornar crível, na
tentativa de criar a desarmonia no seio familiar (imaginam que todas as
famílias são iguais) e gerar pressões internas que o levem, no mínimo, a maneirar
suas críticas (imaginam que todas as pessoas são iguais).
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