Estudos desenvolvidos na
antiguidade pelos chineses provaram que 98% dos homens que eram proprietários
de veículos para transporte pessoal exageradamente grandes, que atravancavam as
vias de circulação e criavam dificuldades para os demais mortais, tinham aquilo
muito pequeno em comparação com o tamanho médio do da população masculina
chinesa.
Esses estudos ficaram conhecidos como “小陰莖綜合徵”em chinês, ou “Small dick syndrome” em inglês, que
numa tradução livre para o português significa “Síndrome do peru pequeno”.
Trocando em miúdos, quanto maior o carro, menor aquilo ou, matematicamente: o
tamanho daquilo é inversamente proporcional ao tamanho do carro.
Se os antigos chineses tiverem razão, a proliferação de enormes camionetes
cabine dupla, invariavelmente ocupadas por uma única pessoa e com uma lona preta
tapando a carroceria, como a dizer: não carrego nada aqui, indica que a turma
do Peru pequeno é exageradamente grande por estas paragens.
Agora, incomoda paca, principalmente quando esses enormes veículos
estacionam em diagonal, ocupando parte significativa da pista de rolamento.
Está na hora de o poder público tomar uma providência. Não quanto ao peru dos
donos, porque não existe solução, continuarão pequenininhos para sempre, mas
com relação aos veículos desnecessariamente grandes, circulando por aí como se
adequados fossem às antigas e inadequadas vias públicas deste enorme país.
Se o enunciado da síndrome, “o tamanho daquilo é inversamente
proporcional ao tamanho do carro”, se aplicar também a Carro de Som, tem
candidato aqui em Ibitatá que o coisinha deve sumir no inverno de tão grande é
o carro. Tão grande que não cabe nas ruas de Ibitatá, se tornando um acinte aos
usuários das apertadas e tortuosas vias públicas ibitatenses.

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